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Tabelinha entre Sarney e Ayres Britto não enganou o caçador de cretinices – Por Augusto Nunes

Do blog do Augusto Nunes – Veja Online

Pronto para vigiar a ofensiva semanal de José Sarney, o implacável Celso Arnaldo foi surpreendido nesta sexta-feira com a entrada em campo de Carlos Ayres Britto. Na página 2 da Folha, o pior escritor do mundo fez estragos de bom tamanho na Copa do Mundo. Na página 3, o ministro do Supremo Tribunal Federal driblou temas jurídicos para mostrar que é craque em Michael Jackson. Com uma atuação brilhante, o caçador de cretinices conseguiu enquadrar os dois atacantes. Veja o resumo do combate:

José Sarney, que come bola há mais de 50 anos, acaba de degustar uma vuvuzela, como revela em sua coluna de hoje na Folha:

“Nesta Copa da África do Sul, confesso que não acho graça nas vuvuzelas. São sem gosto e interferem, indigestas, na alegria e nas cores que enfeitam e explodem dos torcedores”.

Ok, mas é mais fácil comer uma vuvuzela, e expeli-la sem traumas, do que engolir uma regência de Sarney – e não estou falando da presidência do Senado. “Nas cores que enfeitam e explodem dos torcedores” não só é indigesto, como, partindo do decano da Academia Brasileira de Letras, provoca vômito.

Aliás, a nova Folha, o jornal do futuro, parece querer transformar seu leitor num ganso de foie gras, forçando-o, goela abaixo, a deglutir seus colunistas.

Hoje, na página ao lado de Sarney, há uma pensata de Carlos Ayres de Britto sobre… Michael Jackson.

Só na Folha um ministro do Supremo, em vez de discorrer sobre Cesare Battisti, analisa a insustentável leveza do Rei do Pop e descobre que o ar tem pele.

Mas reconheça-se a coerência do articulista: “Michael Jackson e a pele do ar” é escrito na linguagem de uma sentença do Supremo julgando a ética das células-tronco:

“Dissolvia-se na sua própria dança, por havê-la conduzido ao esplendor quântico da partícula que se faz onda. Da matéria que se faz éter. Do mármore bruto que se faz “A Pietà” de Michelangelo.

Aqui e ali, o magistrado dá vazão ao bardo Ayres Britto, companheiro de estrofes fesceninas de Eros Grau, como na produção deste parágrafo que parece extraído de um processo de pedofilia que foi bater no Supremo:

“Fusão da graça virginal dos meninos com a mais séria compenetração profissional dos adultos. Da volubilidade assustada dos olhos com a tenacidade de um espírito capaz de todos os sacrifícios pela arte. Fusão, em suma, do dançarino e da dança”.

Em suma, a fusão do advogado com a advocacia, do juiz com o juizado, do escritor com a escrita resulta neste despacho:

“Permanece com a sua dança hipnótica na pele do ar que a humanidade respira, com os demais seres viventes deste arrepiante, emocional planeta azul. Thriller…”


Campanha de Roseana Sarney já tem cantiga para tirar o sono e embalar os pesadelos do Maranhão

Como um amante da música e versos do cancioneiro maranhense tomei a liberdade de interpretar o refrão da cantiga que tentará, junto com Duda Mendonça, embalar em berço esplêndido a candidatura de Roseana Sarney.

Assim como os livros de seu pai, o senador amapaense José Sarney, o refrão do jingle de Roseana é cheio de fantasias e falácias. Uma espécie de “Atirarei o pau no gato e ser der certo ele morre”, dessa forma defino essa cantiga tão criativa quanto dizer que o governo Roseana Sarney “é novo” e que “governar é cuidar das pessoas”.

Abaixo um trecho do jingle, o “refrão” como os eruditos o nomeiam, que farei a análise:

ROSEANA VOLTOU DIFERENTE/ DO JEITO QUE A GENTE GOSTA DE VER;

Sim queridos leitores, ela voltou de onde? Ela não era a governadora empossada pelo TSE desde abril do ano passado? E quem em sã consciência pode afirmar que a gente gosta de ver ela lá no poder, sem alternância, perpetuando uma chaga no Maranhão de mais de quatro décadas? Essa estrofe é uma afronta aos eleitores…

Esse trecho tem um tempero carioca, por mais baiano que o Duda seja, de Nelson Gonçalves. É impossível ler e não cantarolar no embalo da Volta do Boêmio “Ela voltou, o boieira voltou novamente
partiu daqui tão contente, por que razão quer voltar?

ELA VOLTOU COM TUDO/ TRABALHANDO DURO/ FAZENDO ACONTECER;

“Voltou com tudo” é deboche, puro e simples. Ela voltou foi com a ajuda de Eros Grau, ex-quase-futuru-imortal, já que no voto a grande maioria sabia que ela nunca trabalhou duro, nem tão pouco “fez acontecer”…

TÁ FAZENDO ESTRADA/ TÁ FAZENDO CASA/ FAZENDO O MARANHÃO CRESCER;

Que estrada? O que vemos são ações preventivas feitas pelo DNIT em algumas estradas do Maranhão. É assim DNIT é Federal, Federal é Lula, Roseana é governo do estado, contra a nossa vontade, mas governo do estado…
O meu medo é que conforme diz o último verso “fazendo o Maranhão crescer” nós possamos vir a entrar em guerra contra o Piauí, Pará ou Tocantins, por delimitação de fronteira. Já que esta seria a única forma da família Sarney, capitaneada por Roseana, ajudar no crescimento do estado. Coisa que tiveram centenas de oportunidades e nunca fizeram. No mais, ela não é pedreira pra fazer casa…

CUIDANDO DA SAÚDE/ DA EDUCAÇÃO/ DÁ GOSTO DE SE VER;

“Cuidando da Saúde”: DELA.
“Da Educação”: DOS DELA.
E francamente, “dá gosto de ver” é outro deboche…

EU VOU COM ELA/ EU VOU/ EU VOU COM ROSEANA/EU VOU;

Uma das coisas que aprendi desde menino é que não devemos andar, ou ir pra algum lugar, com estranhos. Esses convites que vão do nada para lugar algum são ainda os piores. Ir com Roseana nem pra Pasárgada, lugar onde ela é filha e preterida do Rei, e a “sobrevivência é uma aventura”, como dizem os pobres do Maranhão.

ELA É COMPETENTE/ É EXPERIENTE/ E MERECE FICAR;

Sabe aquelas piadas repetidas nos livrinhos de anedotas? Pois é, essa estrofe é uma delas. Na mesma linha temos as palavras COMPETENTE e EXPERIENTE, somadas à imposição (tipo aquela do TSE em abril do ano passado) MERECE FICAR.

Esse Duda Mendonça é mesmo um pândego. Acha que em São Luís o povo é só festa e brincadeira, tal qual Salvador. Até numa música de campanha faz piada com a cara da gente, pra tentar eleger o poste descendente de José Sarney.

EU VOU COM ELA/ EU VOU, EU VOU/ EU VOU COM ROSEANA;

(SIC)…

TÁ TODO MUNDO VENDO/ O QUE ELA ELA TÁ FAZENDO/ NÃO PODE PARAR

A seguir a lista das pessoas que estão vendo o que “ela tá fazendo e não pode parar”: Stevie Wonder, Geraldo Magela, Ray Charles e Chico Xavier (in memorian e in heaven) e alguns integrantes da Tribo de Jah cantando à nossa Babilônia em Chamas, onde “O mundo é confuso, mundo imundo. Todos têm suas verdades, todos tem suas mentiras…”. E como tem as suas mentiras…

Agora é aguardar o lançamento do CD com essa cantiga, comprar a velha garrafa do Velho Barreiro e “encher a tampa” no Cabão.


Os manuscritos de Getúlio e o prefácio que Lula não escreveu

Por Augusto Nunes

Nunca antes neste país houve um presidente que não lesse sequer orelhas de livro nem escrevesse pelo menos anotações em agendas. Lula foi o primeiro. Com tempo de sobra desde 1980, não estudou porque não quis. Jamais escondeu a aversão a leituras ─ ou porque dão azia, no caso dos jornais, ou porque são mais estafantes que exercício em esteira, se passam de 10 centímetros. Ninguém jamais o viu empunhando uma caneta ou dedilhando um teclado de computador para produzir meia dúzia de linhas sobre o que quer que seja.

Há sete anos e meio em Brasília, ele não sabe se existe alguma estante na Granja do Torto, nem procurou saber onde fica a biblioteca do Palácio da Alvorada. E sua letra foi vislumbrada pela primeira (e última) vez em 1982, zanzando sem bússola num recado tatibitate ao sobrinho que fazia aniversário. De lá para cá, não rabiscou lembretes em folhas de papel, não fez anotações em diários, não mandou cartas, e-mails, nem mesmo bilhetes ordenando a Gilberto Carvalho que o acordasse mais tarde. Não escreveu coisa alguma.

Começou agora, anunciou o senador Aloízio Mercadante em 13 de Junho do Ano de Graça de 2010: “Entreguei um exemplar do meu novo livro ‘Brasil, a construção retomada’ ao presidente Lula, que fez o prefácio”, garantiu a mensagem transmitida pelo twitter do Herói da Rendição. A notícia embutia uma segunda descoberta igualmente assombrosa: como ninguém escreve o prefácio sem ter lido o livro, Lula ─ entre um derrapagem no Oriente Médio e um fiasco no Irã ─ encontrara tempo para ler, com a atenção exigida de um prefaciador, outro filhote do prolífico Mercadante.

Desde novembro passado, os interessados na compreensão da saga republicana aguardam, justificadamente excitados, a divulgação de quase 700 bilhetes enviados por Getúlio Vargas a Lourival Fontes, chefe da Casa Civil do governo constitucional. Redigidos entre o começo de 1951 e agosto de 1954, deverão chegar às livrarias junto com o catatau do senador. Os manuscritos de Vargas podem jogar mais luz sobre uma tragédia. O prefácio pode ser jogado no lixo: é só outra farsa. Claro que Lula apenas garatujou a assinatura no palavrório que alguém escreveu.

Por ação ou omissão, os intelectuais companheiros se tornaram cúmplices da celebração da ignorância. O que houve com os brasileiros que estudaram ou estudam para engolirem sem engasgos alguém incapaz de desenhar um O com o fundo da garrafa?, pergunta a gente sensata. O que faz um país promover a inimputável um chefe de governo incapaz de produzir um único registro escrito sobre os anos vividos no coração no poder? Conversa de elitista, recita o ensaísta Antônio Cândido, que não fez outra coisa na vida além de lidar com palavras. Quem tem popularidade não precisa saber nada, ensinam cronistas federais e humoristas amestrados.

“Acho que os historiadores do futuro terão dificuldade em entender o contraste entre essa quase unânime reprovação do Lula pela grande imprensa e sua também descomunal aprovação popular”, escreveu Luis Fernando Verissimo. “O que vai se desgastar com isto é a ideia da grande imprensa como formadora de opinião”. É muito cinismo, estariam berrando os intelectuais independentes e os estudantes livres de cabrestos ideológicos se ambas as espécies não estivessem em extinção no Brasil da Era da Mediocridade. O que os historiadores do futuro custarão a entender é a vassalagem prestada por escritores estatizados ao chefe que encarna a Era da Mediocridade.

A julgar pela comédia ensaiada por Mercadante, o rebanho agora quer promover o pastor a homem de algumas letras. É tarde. O espaço reservado a Lula no Museu da República não terá nenhuma gaveta ocupada por cartas, diários, anotações, rascunhos, recados, mensagens, canetas, lápis, boletins escolares, composições à vista de uma gravura ─ nada. Se algum curador oportunista fizer de conta que prova de fraude é documento histórico, e expuser à visitação pública as páginas que abrem o livro de Mercadante, tomara que não fiquem ao lado dos bilhetes de Getúlio.

Os manuscritos permitirão que se contemple com mais nitidez o ocaso perturbador de um presidente que saiu da vida para entrar na História. O prefácio que Lula não escreveu desnuda a cabeça primitiva de um oportunista que caiu na vida sem entrar na História.


Regras para uma boa convência no Portal Hoje

Parte do Texto extraído do sítio da SaferNet Brasil

Mesmo antes das cidades e das sociedades urbanas como as conhecemos hoje, já existiam normas que guiavam a boa convivência entre os seres humanos. Sem um acordo sobre regras básicas de convivência, não seriam possíveis a civilização e as cidades.

Com muito esforço de várias gerações, o Brasil é hoje um Estado democrático de Direito, no qual todos os cidadãos têm garantidos pela Constituição os Direitos Humanos fundamentais. Sabemos que a Constituição no papel é uma base fundamental da democracia, mas é preciso praticar e exigir o cumprimento progressivo de tudo o que está previsto como direito.

Na prática, depende de cada um de nós sermos educados para respeitar uns aos outros e estabelecer relações sociais pacíficas. Na Internet, não pode ser diferente. Se não fizermos esforço para ter uma convivência legal, ela pode se tornar um lugar demasiamente perigoso ou desagradável.

O que chamamos de “Netiqueta” nada mais é que o conjunto de normas de conduta usadas no cotidiano para conduzir melhor as relações humanas na Internet, tendo em vista o respeito aos direitos e aos deveres de cada um com suas diferenças. Não confunda “Netiqueta” com aquelas regras de boas maneiras para ser mais chique ou esnobe. Estas têm apenas como objetivo fazer alguém parecer mais rico ou mais importante do que as outras pessoas, e isso não é legal.

“Netiqueta” é para quem deseja que a Internet continue sendo um lugar legal para encontrar pessoas, trocar idéias, músicas e vídeos com o mínimo de violência e perigo. Temos desenvolvido nossas relações sociais no ambiente da Internet, por isso são necessárias outras regras de convívio e de comunicação para assegurar a boa convivência na rede, esse é o objetivo da “Netiqueta”.

Seja educado e cordial também na Internet

Como a Internet e a comunicação dentro do ambiente virtual ainda são fatos relativamente novos, as regras de comportamento estão sendo construídas aos poucos por todos os internautas. Mesmo assim, já podemos arriscar a fazer uma lista de normas básicas no ambiente virtual que já valem para muitos internautas que conversam por Chat, E-mail ou Comunicador Instantâneo.

Abaixo algumas sugestões de “netiquetas” que podem contribuir para o uso educado e seguro da Internet:

Cumprimente as pessoas com as quais vai conversar. Nunca é demais um Bom dia;

Evite utilizar letras maiúsculas para expressar sentimentos, conversar ou passar e-mails: letras maiúsculas no ambiente virtual significam falar alto ou gritar com o correspondente e isso pode ser mal interpretado;

- Evite mensagens agressivas ou difamatórias, os insultos ou críticas pessoais, as grosserias e vulgaridades, e mais globalmente todas as mensagens falsificadoras das leis internacionais em vigor;

- Evite mensagens que incitem ou estimulem práticas ilegais;

- Faça a verificação gramatical e ortográfica de seu texto. É desagradável receber mensagens cheias de erros ou sem pontuação correta.

COMENTÁRIO MEU

Estou percebendo há alguns dias aqui no Portal Hoje a postura desrespeitosa de algumas pessoas. Ofensas pessoais a blogueiros e jornalistas deste espaço de informações estão virando uma constante nos comentários.

Fala-se aqui de pessoas, políticas e pessoas políticas. As informações aqui postadas são de “… responsabilidade civil e penal exclusiva do blogueiro ou de quem utilizou sua senha pessoal para postar as informações. O material aqui divulgado não mantém qualquer relação com a opinião editorial da empresa…”, como diz no rodapé de cada blog. Então é público e notório que todos os blogueiros e jornalistas são responsáveis pelas linhas escritas em suas matérias.

Aos leitores cabe o julgamento. Caso o tema aqui escrito não seja de acordo com a linha de pensamento, ou política, de quem as lê é perfeitamente compreensível um comentário confrotando a ideia do leitor com o seu interlocutor, nosso blogueiro ou jornalista.

Como dizia a antiga propaganda da Nestlé “existem mil maneiras de fazer Neston, invente a sua!” e com certeza não é com ofensas que resolveremos as diferenças de pensamento. Seria interessante (e inteligente) mostrar de forma explícita e concisa seu ponto de vista, discordar sem partir para o lado pessoal.

No que depender deste blogueiro informo a todos os leitores, educados e mal educados, letrados e semi-analfabetos que os comentários de cunho pessoal e desrespeitoso serão apagados por mim, não sei os outros jornalistas, mas eu apagarei o que julgar ofensa e desrespeito.

Espero que a mensagem seja compreendida e que os desafetos resolvam discordar com inteligência, coerência e respeito nas palavras.


Do Congresso em Foco – Com base em pesquisa PMDB prevê eleger governadores em 12 estados – Roseana está fora destas pretensões

Estimativa da Fundação Ulysses Guimarães (FUG) também avalia que o partido continuará com as maiores bancadas tanto na Câmara como no Senado

Por Mário Coelho, Lúcio Lambranho e Rudolfo Lago – Do Congresso em Foco

À primeira vista, como apenas empresta o vice para a candidatura de Dilma Rousseff, do PT, o PMDB pode parecer um coadjuvante no pleito de outubro. Se as eleições, porém, foram avaliadas pelo ângulo das disputas regionais, o partido demonstra por que se tornou a maior agremiação política do país depois da redemocratização. Sem candidato próprio à Presidência há 12 anos, a aliança com o PT para tentar eleger Dilma Rousseff dará ao PMDB ainda mais poder político, após as eleições de 2010, principalmente nos estados. É o que prevê uma estimativa da Fundação Ulysses Guimarães (FUG), especializada em estudos políticos do PMDB. Pela projeção da fundação, o partido poderá eleger até 12 governadores, cinco a mais do que os sete eleitos nas eleições de 2006. A avaliação é referendada pelo presidente da FUG no Espírito Santo, Chico Donato, que esteve nas cinco regiões do país visitando os diretórios regionais do PMDB pelo projeto “Estradas e Bandeiras”.

Apelidado de “IBGE do PMDB”, o estudo realizado entre abril e maio de 2009, também dá como certa a manutenção das duas maiores bancadas no Congresso com integrantes do partido. Atualmente, o PMDB tem 18 senadores e 90 deputados.

A conta de Donato nos governos estaduais leva em consideração um vice-governador no Amazonas, já que o partido indicou o ex-secretário de governo do Amazonas José Melo como vice na chapa do candidato a governador do estado, Omar Aziz (PMN). Aziz foi o vice-governador do peemedebista Eduardo Braga, ex-governador do estado, e candidato ao Senado junto com a deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB). A chapa garante palanque para Dilma.

Os outros onze estados com chances reais, segundo o dirigente do PMDB, são: Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraíba, Maranhão, Bahia, Rondônia e Tocantins.

Com a eleição de um número maior de governadores, o PMDB deverá controlar uma fatia ainda do orçamento nacional. Como mostrou o Congresso em Foco em fevereiro de 2009, o dinheiro público administrado pelo PMDB já ultrapassa em mais de duas vezes o orçamento federal da Argentina. Sem contar as prefeituras, o partido controla cerca de R$ 258,9 bilhões, divididos em seis ministérios, sete governos estaduais, a Câmara e o Senado.

Mas, apesar da avaliação positiva da Fundação Ulysses Guimarães, o PMDB não lidera as pesquisas em todos os estados em que tem candidato próprio (veja a situação em cada estado, de acordo com as últimas pesquisas). A maior chance, por enquanto, está na reeleição do governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli.

O candidato do PMDB tem 51% das intenções de voto, segundo a pesquisa do Instituto Ibrape (8-14-abril). O ex-governador Zeca do PT (PT) tem 32% e a senadora Marisa Serrano (PSDB) com apenas 8%, índice menor do que os de brancos, nulos e indecisos que somam 9%.

Além dessa possibilidade de reeleição, o PMDB avança em dois estados importantes, antes controlados por governadores do PSDB. Em Minas Gerais, Hélio Costa já aparece na frente na última pesquisa Sensus com 49,5% contra 20,7% de Antonio Anastasia (PSDB).

No Rio Grande do Sul, apesar da neutralidade do candidato do partido em relação ao palanque para Dilma Rousseff, o prefeito de Porto Alegre, José Fogaça (PMDB), está em segundo lugar nas pesquisas. Segundo a última pesquisa Vox Populi (12.mai.2010), Tarso Genro (PT) tem 32% das intenções de voto contra 27% de Fogaça. Considerando a margem de erro, os dois candidatos estão tecnicamente empatados.

“Partido mais estruturado”

O cientista político e professor da Universidade de Brasília (UnB) Davi Fleischer também acredita que a tendência é que o PMDB eleja um grande número de deputados, senadores e governadores. Para sustentar a tese, o cientista político recorre aos números das últimas eleições, tanto municipais quanto estaduais. Em 2008, por exemplo, o partido fez o maior número de vereadores e prefeitos. E já possui uma grande quantidade de deputados estaduais, além de deter a maior bancada de deputados e senadores no Congresso. “Tudo indica que o PMDB vai continuar a crescer. É o partido mais bem estruturado do país, com presença em quase todos os municípios”, afirmou Fleischer.

Mas ele ressalta que o partido pode ter problemas em alguns estados, como Minas Gerais e Maranhão, onde o PT foi obrigado pelo diretório nacional a se aliar com os peemedebistas. Para Fleischer, a aliança pode surtir o efeito contrário. “Isso deixou parte do PT irritado”, frisa o cientista político.

Para o dirigente da Fundação Ulysses Guimarães, o desgaste entre os dois partidos não é problema mesmo após a greve de fome do deputado Domingos Dutra (PT-MA) e do líder petista maranhense Manoel da Conceição na Câmara na semana passada. “Este deputado é um arqui-inimigo dos Sarney há muito tempo. O protesto e a reação do PT não devem fazer diferença no eleitorado no Maranhão”, avalia Donato.

O peemedebista do Espírito Santo também acredita em um virada na Bahia em favor do candidato do PMDB, que atualmente está em terceiro lugar nas pesquisas. “Na Bahia, apesar das pesquisas, o ex-ministro da Integração Geddel, pode ser beneficiado com a polarização entre o governador candidato à reeleição do PT e o candidato do DEM, Paulo Souto. O estado quer uma alternativa e acreditamos que nosso candidato passa para o segundo turno”, avalia.

Ameaça de intervenção

Os dois casos citados pelo cientista político, Maranhão e Minas Gerais, como problemas para a aliança entre PT e PMDB também podem ser somados a dois outros entraves eleitorais recentes para os dois partidos que marcham juntos na disputa pelo Palácio do Planalto. Há uma possibilidade de intervenção no diretório catarinense do PMDB e os reveses da disputa no Distrito Federal, onde parte do partido defendeu a candidatura própria do governador Rogério Rosso (eleito de forma indireta após a renúncia do ex-governador José Roberto Arruda) e a parte vencedora optou por oferecer à chapa do PT a vaga de vice. Mesmo, porém, no caso dessa vitória, poderá haver problemas. O nome escolhido para vice, o deputado Tadeu Fillipelli durante anos foi um dos principais aliados de Joaquim Roriz, principal adversário dos petistas em Brasília. Boa parte dos eleitores parece resistir a votar numa chapa que tenha Fillipelli de vice.

Em Santa Catarina, a decisão de abandonar a candidatura própria e tentar reeditar a “tríplice aliança” – DEM, PSDB e PMDB – causou estranheza à cúpula nacional do partido. Tanto que foi aberto prazo de oito dias para defesa do diretório regional. Caso não mude de ideia, haverá intervenção nacional. Se os argumentos não forem aceitos, a direção estadual será destituída. Até o momento, a intenção de não lançar candidato próprio, costurada pelo ex-governador Luiz Henrique da Silveira, está mantida. Assim como o apoio a José Serra.

Peemedebistas catarinenses ouvidos pelo site afirmam que o partido vai rachado para a convenção, marcada para o próximo sábado (26). Até o momento, existem duas possibilidades de voto. Uma é da coligação com DEM e PSDB, e a indicação do presidente regional do PMDB, Eduardo Pinho Moreira como vice. Além disso, Luiz Henrique, o ex-governador do estado pelo PMDB, será candidato ao Senado. No entanto, já apareceu uma candidatura dissidente. O também ex-governador e ex-deputado Paulo Afonso Vieira apresentou-se como nome ao Senado. Afonso vai disputar com Luiz Henrique – que possui grande influência entre os votantes – a indicação peemedebista.

A possibilidade do lançamento de uma chapa pura dissidente é descartada entre os peemedebistas. Os principais nomes do partido são favoráveis à coligação com DEM e PSDB e o apoio a Serra. E o único político viável eleitoralmente não tem como se candidatar. Dário Berger, prefeito de Florianópolis, não saiu do cargo após perder disputa interna contra Pinho Moreira. Berger também está envolto em ações judiciais. Responde no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) à acusação de ser prefeito itinerante, já que comandou a vizinha São José por dois mandatos.

Somados, o peemedebista, que já passou pelo então PFL (hoje DEM), possui quatro mandatos seguidos. Por conta das constantes viagens à Brasília e visitas ao TSE e ao Tribunal de Contas da União (TCU), foi apelidado no meio político catarinense de “prefeito de Brasília”.

Distrito Federal

A disputa no Distrito Federal ganhou contornos inesperados. O anúncio da coligação entre PT e PMDB – que sempre foram adversários ferrenhos -, levantou novamente a questão da bandeira ética nas eleições. Os peemedebistas, especialmente por conta do ex-governador Joaquim Roriz, possuem uma imagem ligada a escândalos de corrupção. O PT sempre tentou levantar um discurso de contraponto. Tanto que elegeu Cristovam Buarque (hoje no PDT) ao governo em 1994. Porém, a aliança entre os dois partidos, na tentativa de dar um palanque único a Dilma Rousseff, acabou desagradando a militância dos partidos.

Além disso, serviu para dividir o PMDB. O partido elegeu Rogério Rosso como governador para mandato tampão com a cassação de José Roberto Arruda e a renúncia de Paulo Octávio. Na cerimônia de posse, ele, que foi administrador de Ceilândia no governo de Roriz e presidente da Codeplan no governo Arruda, prometeu não se candidatar à reeleição. O presidente regional do partido, deputado Tadeu Filippelli, costurou um acordo de bastidores com petistas e se lançou a vice de Agnelo Queiroz (PT).

Na quinta-feira (17), Rosso se lançou como pré-candidato, tendo Ivelise Longhi (PMDB) como sua vice. Na carta manuscrita enviada à direção regional do partido, o peemedebista afirmou que a polarização entre o PT e Roriz, que vai se candidatar pelo PSC, “não traduz os anseios da nossa sociedade”. “Durante os entendimentos que permearam o processo de eleição indireta no DF existia a esperança, um norte, respaldado na articulação de Vossa Excelência com outros partidos e lideranças políticas do DF, da formação de um novo pensamento, uma nova opção para o Distrito Federal”, afirmou.

No sábado (19), o partido, em convenção tumultuada, definiu-se pelo apoio a Agnelo Queiroz, com Filipelli como vice.

Confira aqui a análise feita em cada estado e os percentuais da pesquisa onde Jackson Lago (PDT) encontra-se com 46,89% em levantamento feito em abril, enquanto a governadora empossada pelo TSE, Roseana Sarney (PMDB) aparece com 32,61%. E o deputado Flávio Dino (PCdoB), que contava com o apoio do PT, ficou com apenas 4,97%.

Comentário meu:

Nota-se neste percentual o desespero latente do governo do estado em acelerar as propagandas. Como não cuidou das pessoas e do estado em um ano de governo, a senhora Roseana Sarney está vendo em números a sua rejeição e tenta reverter os desgosto do povo com o tempero baiano de Duda Mendonça, o homem que consegue eleger um poste, mas como Roseana Sarney reluta em vestir-se de cinza e colocar fios elétricos na cabeça, vai ficar difícil pro apostador de rinha de galos eleger a filha do senador José Sarney.

Assim, ganhar no voto está ficando cada vez distante dos devaneios de Roseana Sarney, a mídia a serviço do governo do estado (leia-se blogs do Imirante) tenta incutir na cabeça da população que o governador Jackson Lago não possa ser candidato, tendo como base análises pretenciosas e 100% parciais.

Do Congresso em Foco


Sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor…

Pode olhar pro lado que sempre tem um chato perto de você dizendo que vai torcer pra outra seleção ao invés da brasileira nesta Copa do Mundo, na África do Sul.

Essa postura me faz lembrar um jovem negro que vi anos atrás na Praça Deodoro, Centro de São Luís. Ele usava todo convencido uma camiseta com a bandeira dos Estados Confederados da América, aqueles mesmos que recorreram a uma guerra civil para manter o escravismo nos “Estates” no Séc. XIX.

É a desinformação somada à vontade louca de aparecer. Como dizia minha finada avó, “nada que uma boa melancia nas costas não resolva”.

Fico pensando naquele japonês jogando pelo time da Coréia do Norte, o Jong Tae-Se, filho de uma pátria e defendendo com o coração e lágrimas a outra. Fez o correto, vestiu a camisa e a naturalidade norte-coreana ao invés de ir pras rodas de discussão dizendo ser torcedor da Coréia do Norte, “gozar com o falo alheio”, literalmente.

Já por aqui existem milhares de argentinos, alemães e portugueses. Fico a me perguntar qual destes países tem torcedores descontentes com os times pátrios torcendo pelo Brasil? Nenhum!

Argentinos, os europeus dos trópicos, preferem torcer pro Vasco ao invés de ver o Brasil ganhando uma partida. Nota-se nas frases de Dom Armando Maradona (Dom é coisa de mafioso, gente que burila drogas) que ele sempre baliza seu time pela atuação do Brasil.

Por mais que a Argentina seja um bom time, Maradona insiste em enfiar o nariz (coisa que ele conhece de cátedra) nas atuações da seleção brasileira. Recentemente ele teve a ousadia de mandar Pelé, tri-campeão mundial, para um museu. Eu se fosse o Rei do Futebol teria mandado o Maradona enviar as platinas da venta, corroída pela cocaína, para um museu, isto sim!

Já os descentes da Rainha Louca, nossos protagonistas preferidos nas piadas, os portugueses , não torcem de forma alguma para nós colonos. Se a Argentina quer ser a européia deste lado do globo, Portugal é a Argentina da Europa. Mas mesmo assim vejo brasileiros, maranhenses, dizendo que preferem torcer pra Portugal que para o escrete Canarinho.

A Alemanha, com seu histórico de patriotismo exacerbado, é uma das pátrias que já vi também alguns maranhenses cabeças chatas torcerem.

Por mais que façam décadas do término da II Guerra Mundial ainda vejo essa Europa dura, de milhares de consoantes na mesma frase, com um certo receio. Tenho medo de que um dia eles resolvam fazer um “IV Reich” e outro doido tente unificar o mundo à força.

Talvez isso tudo seja fruto de meu eterno complexo de vira-lata fronte à pomposidade dos DOGS ALEMÃES ou mesmo à minha admiração pela postura de Policarpo Quaresma, personagem de Lima Barreto, que achava que “a Grande Pátria do Cruzeiro só precisava de tempo para ser superior à Inglaterra…” (Inglaterra aqui figurando a riqueza e o progresso da Europa).

Ainda como escreveu Lima Barreto, no Brasil temos “todos os climas, todos os frutos, todos os minerais e animais úteis, as melhores terras de cultura, a gente mais valente, mais hospitaleira, mais inteligente e mais doce do mundo”. Então que diabos eu vou fazer torcendo para outro país, lacrimejar meus olhos ou esgarçar a minha boca para outra bandeira que não seja meu pavilhão verde, amarelo, azul e branco?

Façamos o seguinte: a esses bobos que alugam as preces para outros países em tempos de Copa do Mundo uma incessante saraivada de vuvuzelas e depois a indiferença como companheira de partida.

Já defenestramos a Costa do Marfim. Que venha Portugal, Espanha ou até mesmo a Argentina, como diria o finado Vicente Matheus “o jogo só termina quando acaba”.

Se a Argentina tem a “Mão de Deus”, ontem mostramos ao mundo que Deus é brasileiro de mãos e corpo inteiro, com o belíssimo gol de Luís Fabiano contra os truculentos da Costa do Marfim.

Dessa forma podemos afirmar que, assim como disse a letra da Unidos da Tijuca, no carnaval do Rio de Janeiro em 1983, “… o homem é muito forte. Não se quebra, é verdadeiro, porque Deus é brasileiro…”

O Brasil agora só para com a taça na mão e com a chuva de papel prata picado…


Os micos e a Dilma Rousseff

A ANTA – Agência Nacional de Troços Aéreos enviou ao espaço 3 micos leões e a Dilma Rousseff:

- No dia do lançamento da aeronave o presidente Lula é convidado para participar da empreitada.

Companheiro Lula para a espaçonave:

- Companheiro Mico Leão Nº 1, configurar painel de controle da espraçonávia!

- Configuração efetuada! Disse o Mico Leão Nº 1.

- Companheiro Mico Leão Nº 2, verificar a expressurização da espraçonávia.

- Pressurização verificada! Disse o Mico Leão Nº 2.

- Companheiro Mico Leão Nº 3, alinhar o caminho da espraçonávia.

- Rota alinhada! Disse o Mico Leão Nº 2.

- Olha companheira Dilma…

- Já sei, já sei, presidente. – Já sei, já sei, presidente! o Senhor vai dizer: “Dilma, põe comida para os macacos e não mexe em nada…”
E assim caminha a humanidade!

PS: Esta é uma anedota de ficção, qualquer semelhança é mera coincidência…


Roseana Sarney em: O vazio na cédula ou a candidata vazia?

Estamos acostumados às constantes bravatas do Lula. O presidente molusco quase sempre se serve de frases sem sentindo, ou convenientes para o momento. Em suma, Lula acredita ser a última Coca-Cola de um Brasil deserto de opositores à sua altura.

Recentemente Lula teve o disparate em dizer que “… vai haver um vazio naquela cédula (Lula esqueceu que atualmente as eleições são em urna eletrônica). E, para que esse vazio seja preenchido, eu mudei de nome e vou colocar Dilma lá na cédula…”.

É unissonante o discurso de vários jornalistas e analistas políticos afirmando que um dos princípios fundamentais da democracia é a alternância do poder e que a ideia de Lula com cara de mulher na cédula (sic) é querer inventar o “pulo do gato” para as próximas eleições.

A tese de que bons governadores elegeriam um poste faz Lula viajar na maionese eleitoral, literalmente, pensando ser a azeda Dilma a cereja que faltava no bolo do bobo, ou melhor, povo brasileiro.

Como um bom aluno parece que Lula não só engoliu o bigode de Sarney e empurrou história do PT goela abaixo. É notório que o barbudo e sem noção Luís Inácio encarnou a ideia de ser eterno no poder, coisa que José Sarney perpetua há sofridas décadas no Maranhão.

Más e fofoqueiras línguas afirmam que José Sarney chamou Lula na chincha e disse: “esteja no poder, mesmo aparentando estar longe dele. Ameace ou suicide alguém para se manter nele…”

Assim, não obstante as estapafúrdias frases e pensamentos de Lula, onde pretendia estar nas “cédulas” de 1989 até o fim da existência da humanidade, a governadora empossada por meios “legais” no Palácio dos Leões, Roseana Sarney, cultiva o sonho de concorrer consigo mesma para governadora do Maranhão.

Eleição esta que, de tão mal cuidado que anda o povo do Maranhão, correria sério risco de ir para o 2º turno.
Roseana sonha ver Jackson Lago (PDT) fora das “cédulas”, acredita que Flávio Dino (PCdoB) não terá pernas para correr sozinho rumo às urnas, sem a ajuda do PT e tão pouco vê Marcos Silva (PSTU), que acredita na luta mudando a vida, um adversário à altura de seus infindos votos.

Entre vazios em cédulas e administrações vazias vamos vivendo. Lula lá quer permanecer eterno, Roseana cá sem nada de concreto pra fundamentar a solidão das urnas pretende bater o escanteio e correr pra cabecear, e caso não faça o gol, ainda conta com uma tríade de juízes para anular a partida.

Dessa forma vai o Maranhão sendo cuidado por Roseana Sarney, que há um ano está sob a batuta do governo do estado e ainda não conseguiu mostrar para o que foi empossada via TSE.

Não podemos ficar na porta de casa nem ao meio dia, imagine à noite, como ela prometeu no dia da posse, em abril do ano passado. Ontem mesmo uma senhora levou três tiros no estacionamento de um shopping em São Luís, por sorte eram vesgos os atiradores, que nada acertaram.

Na educação os professores recém contratados estão sem receber salários, e alguns até apregoam que não fazem ideia de quando vão ver a cor dos seus vencimentos.

Roseana, que adora cuidar das pessoas que tem o sobrenome igual ao dela, prometeu vários hospitais pelo estado, e o que vemos na propaganda são alicerces e montes de areia.

Até na propaganda, a única coisa de concreta que existe no governo Roseana Sarney, ela faz questão de brincar com a memória do povo. Colocam vídeos de uma estrada feita por ela onde um ônibus da finada Itapemirim viajava pelo asfalto novinho, em 1977, no mínimo.

Mas é assim que se formam e se mantém vivas as oligarquias: com a ignorância, falta de memória do povo e a inexistência, por mais sutil que seja, da alternância de poder. Como sonham Lula, Roseana Sarney, Dilma Rousseff e José Sarney.


Roseana pode ficar sem apoio do DEM para as eleições deste ano – Do Radar Online

Rodrigo Maia: Temer quebrou acordo feito em chantagem

Por Lauro Jardim

Rodrigo Maia está furioso com a decisão do PMDB de intervir em Santa Catarina para acabar com a aliança do diretório local com o democrata Raimundo Colombo, que é candidato ao governo.

- Há um mês o Michel (Temer) tinha feito um acordo comigo em cima de uma chantagem. Ele ameaçou dizendo que se eu interviesse no Maranhão para retirar o apoio à Roseana, ele iria intervir em Santa Catarina. estou muito surpreso, porque ele e seu grupo não cumpriram a palavra dada.

Segundo Maia, que é presidente do DEM, a Executiva Nacional do partido se reunirá na próxima quarta-feira para analisar o quadro, mas dificilmente manterá a aliança do diretório do Maranhão com Rosena Sarney.

- Eles estão como o ursinho Puff da Disney, cheios de mel na boca achando que a eleição já acabou e que a Dilma já venceu. Estão dando tudo para o PT. Mas mel demais pode não ser bom.

Fonte: Radar Online


Lições de Lula que o PT-MA insiste em não aprender – Por Josias de Souza

Última cidadela do ex-PT, o Maranhão tornou-se démodé. A ideologia do petismo local saiu de moda. Lula a substituiu por um modelito prêt-à-porter.

O chique agora não é a ética incondicional, mas a moral de conveniência eleitoral. Num ambiente assim, coerência é como cabide em casa de nudista.

Em vez de resistir, gente como o deputado Domingos Dutra (PT-MA) deveria ajustar-se aos novos tempos.

Interessado em ajudar, o signatário do blog, um formador de opinião em decadência, relaciona cinco ajustes a que os teimosos precisam se submeter:

- Coisas que o PT do Maranhão não precisa mais fazer:

1. Lembrar que Lula já chamou Sarney de ladrão.

2. Vestir a camiseta de Che Guevara.3. Cultivar a barba.

4. Ler Neruda.5. Honrar pai e mãe.

- Coisas que o PT do Maranhão é obrigado a fazer:

1. Rezar pelos Sarney antes de dormir.

2. Procurar uma camiseta da Roseana.

3. Aderir ao bigode.

4. Ler Marimbondos de Fogo.

5. Honrar pai, mãe, tios, tias, sobrinhos, sobrinhas, filhos, filhas, netos, netas, namoradas dos netos e namorados das netas com cargos públicos.

Para facilitar a adaptação, o repórter sugere ao petismo maranhense três dias e três noites de audição de boa música. Aqui, a Rádio Iraniana Tradicional.

Se não funcionar, recomenda-se atear fogo às vestes. Com o cuidado de se despir antes de riscar o fósforo.

Por Josias de Souza


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