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Escuta Essa! – Chuva e Choque! E o povo continua na m…

Na semana em que a chuva bateu recorde em São Paulo e Lula perdeu a linha em discurso no Maranhão, o governador do DF, José Roberto Arruda (DEM), saiu do DEM e soltou a Tropa de Choque em cima de manifestantes.

Por UOL Mais


Em nome do povo, contra o povo

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Do Blog do Noblat

EM NOME DO POVO, CONTRA O POVO

Por Mary Zaidan

Democratizar os meios de comunicação em defesa do interesse popular. Essa cantilena será exaustivamente repetida durante as plenárias da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) que começa nesta segunda-feira, dia 14, em Brasília.

Em nome dessa premissa, que é bonitinha e parece ser politicamente correta, aqueles que se portam como donos do interesse popular vão, mais uma vez, se amparar no antagonismo de resultados – ou pensam como nós ou se está contra o povo.

Uma prática que o presidente Lula, o PT, sindicatos e movimentos sociais umbilicalmente a ele ligados querem perpetuar.

O script é conhecido: demonizar a grande imprensa – para eles, a origem de todos os males -, defender maior fatia de recursos do erário e mais presença estatal no setor, reeditar mecanismos para normatizar, fiscalizar e controlar meios e conteúdos.

Por fim, aprovar uma plataforma radical de mudanças, com muito jogo de cena e palavras de ordem, para delírio da platéia e conforto daqueles que querem garantir empregos públicos. E tudo feito em nome do povo.

Mas quem disse que é isso que o povo quer?

Pergunte ao povo o que mais lhe apraz, se a programação da tão amaldiçoada TV Globo ou a da TV Brasil, canal estatal definido como TV pública, que consome dinheiro do contribuinte e comemora quando alcança mais do que traço de audiência.

Pergunte aos milhões de cidadãos recém incluídos no mundo da informação via internet o que fariam sem a satânica grande imprensa, que mantém vivos os milhares de blogs, twitters e outros tipos de redes sociais espalhadas por todos os cantos do país, fornecendo-lhes conteúdo e subsídios para as críticas.

Vale ainda perguntar aos detratores da mídia de massa por que os marqueteiros do Governo Lula orientam suas agendas, com precisão quase britânica, para marcarem eventos públicos em horários globais.

Nessas horas eles acreditam que os interesses do povo passam pelo Jornal Nacional?

Desde sempre, o petismo e o seu líder máximo encarnam o papel de donos do povo, constrangendo os que com eles não concordam.

Despejam sobre nós vontades próprias que só servem aos seus próprios interesses e taxam como inimigo do povo qualquer um que ouse pensar diferente.

Desta vez, o impalpável interesse popular será usado para tentar estabelecer parâmetros de controle dos meios de comunicação, ou melhor, um novo marco regulatório – esse nominho besta que agora virou moda.

E para propor a reedição do já repudiado Conselho Nacional de Comunicação.

Travestida de democratização da informação, esse tipo de proposta acaba por atingir outro alvo: a imprensa livre.

E imaginem como ficarão animados os defensores do tripé normatizar, fiscalizar e controlar os meios de comunicação poucos dias depois de a Corte Suprema se prender a questiúnculas jurídicas para institucionalizar a censura no país.

Dá medo.

Como bem diz o jornalista Sérgio Vaz, prefiro “mil vezes ter de conviver com o reacionarismo idiota, cego e pretensioso de uma Veja e com o poder acachapante de uma Rede Globo, do que viver em um mundo de Pravdas e Granmas.”

Na avessa América Latina, que parece caminhar na contramão do resto do mundo, os mecanismos de controle têm tido, assustadoramente, terreno fecundo para crescer e se multiplicar.

Os exemplos são didáticos. Hugo Chávez – exaltado sempre pelo Governo Lula como dirigente de uma nação que tem “democracia demais” – já baniu canal de TV, sufocou e arruinou jornais da Venezuela; o povo da Bolívia, do Equador e até da tão altiva Argentina, há alguns anos nas mãos do casal Kirchner, se vê derrotado pelo poder do Estado de lhe cassar a liberdade de expressão.

Todos eles respaldados na hipocrisia que nominam como interesse popular.

Por aqui, se defendem. Dizem que, ao tentar fixar instrumentos de controle, a meta é contrapor-se ao poder das empresas de comunicação e não ao livre exercício do jornalismo.

Só não mostram onde está a linha divisória. Tentam, mas não conseguem disfarçar, que o xis do problema é o fato de o jornalismo não oficial desagradar. Jornalismo critica, denuncia, investiga, dá azia.

Beira o impossível crer nas boas intenções de quem age como dono do povo. Esses, na maior parte das vezes, preconizam a liberdade, mas só consideram essa liberdade saudável quando devidamente vigiada.

Comportam-se como se o povo precisasse ou desejasse tutela. Usam e abusam do povo por ganhos imediatos. Uma equação mais do que perversa, pois, quando se furta a liberdade, ninguém perde mais do que o povo.

Mary Zaidan é jornalista. Trabalhou nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, em Brasília. Foi assessora de imprensa do governador Mario Covas em duas campanhas e ao longo de todo o seu período no Palácio dos Bandeirantes. Há cinco anos coordena o atendimento da área pública da agência ‘Lu Fernandes Comunicação e Imprensa’.


Uma análise do palavrão do Lula na terra do Sarney: “Não é só o povo que está na m…”

NÃO É SÓ O POVO QUE ESTÁ NA M…

Por *Ruth Aquino

O presidente Lula é hoje um mestre do marketing e da oportunidade. Não foi sempre assim. O país – que lhe garante mais de 80% de popularidade – sentirá saudades de suas tiradas surpreendentes. Já imaginaram as manchetes com Dilma ou Serra?

Nesta semana, Lula “se revoltou” contra a corrupção. Só agora, no fim de dois mandatos, deseja transformar a corrupção em “crime hediondo”. No Nordeste, em comício, prometeu saneamento básico para “tirar o povo da ‘merda’”.

Em discurso em Brasília, desejou um Natal fornido de panetones. Todo mundo riu. Eu também. O palavrão não me chocou. Quem já esteve em favelas urbanas e nos rincões remotos do país sabe que é essa a realidade de quem vive sem esgoto e dorme com os filhos ao lado de valões abertos.

Um presidente poderia usar outra palavra, em respeito à liturgia do cargo, mas Lula se lixa para isso. Sem defender o uso público de palavras chulas, diria que a declaração do presidente não falseia a vida real.

É uma imagem crua, sem manipulação digital ou reticências, à maneira desabrida de Lula. O povo precisa mesmo de saneamento básico para viver com um mínimo de dignidade e saúde no século XXI.

Mas Brasília não pode ser esquecida. Seria uma injustiça. O Congresso e os partidos políticos, incluindo o PT, também precisam de saneamento básico. O ano de 2009 está fechando com chave de cadeia.

Os vídeos de José Roberto Arruda e sua corte exalam um odor semelhante ao dos lugares desassistidos pelo poder público. Os escândalos são insidiosos e malcheirosos: se não há mão forte contra a corrupção, se existe condescendência com mensaleiros… se assim é hoje, assim será no ano que vem e nos outros anos, não importa quem passe a ocupar o Palácio do Planalto.

Os bobos da corte seríamos nós se acreditássemos nesse baboseirol de “corrupção hedionda”. Rolam no Congresso há vários anos quatro projetos de lei da oposição para transformar a corrupção ativa e passiva em “crime hediondo”. Lula apenas os requentou com seu senso de oportunidade, para aplacar a indignação do eleitorado. É uma proposta inócua e demagógica, não importa de quem venha.

Crime hediondo não é o crime com requintes de crueldade. Mas o mais revoltante, o que provoca maior aversão na comunidade, o mais reprovado pelo Estado.

Em estado puro de dicionário, “hediondo” significa ato repugnante, imundo e sórdido. De que adianta a corrupção ser considerada crime hediondo se os políticos culpados continuarem soltos, gozando de seus privilégios?

Um exemplo de como a nomenclatura não funciona é o caso do jornalista Pimenta Neves, ex-diretor de jornal, condenado a 18 anos por homicídio duplamente qualificado, crime hediondo. Ele matou em agosto de 2000 a ex-namorada e também jornalista Sandra Gomide com um tiro pelas costas e outro no ouvido esquerdo. E, apesar de réu confesso, ficou apenas sete meses na prisão.

Se Pimenta Neves tem direito a viver em liberdade, o que aconteceria com políticos, prefeitos e governadores corruptos? Nada, nada… e nada.

Se o objetivo é combater a sensação de impunidade no Brasil, urge mudar os critérios de nossa Justiça. Direito à progressão de regime e direito a recorrer em liberdade até se esgotarem todas as instâncias – para condenados por crimes hediondos? O Supremo Tribunal Federal precisa revisar essa tolerância extrema e nociva.

“A punição tem de ser para o corrupto e para o corruptor. Ainda vai sair muita manchete com casos de corrupção. Prefiro que saia muita manchete do que não sair nada, e a gente estar sendo roubado e não sabe”, disse Lula.

Concordo com o rigor do presidente. Pena que o Supremo prefira, às vezes, que não saia nada. Em votação na quinta-feira, o STF manteve a censura prévia a O Estado de S. Paulo.

Desde julho, o jornal está proibido de publicar reportagens sobre as empresas de Fernando Sarney, filho do presidente do Senado. Os juízes decidiram que o caso será julgado na terra natal dos Sarneys, o Maranhão – exatamente onde Lula prometeu “tirar o povo da ‘merda’”.

Precisamos muito de saneamento básico, presidente.

*Ruth de Aquino é diretora da sucursal da revista ÉPOCA no Rio de Janeiro


PT tenta reduzir mal-estar com PMDB provocado por fala de Lula

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O presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), saiu a campo ontem para tentar reduzir o constrangimento gerado no PMDB pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na quinta-feira, Lula afirmou em entrevista em São Luís do Maranhão que o PMDB não deveria impor um nome ao PT para compor a chapa a ser liderada pela ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) na eleição presidencial de 2010.

Para o presidente Lula, o partido aliado terá de apresentar a Dilma uma lista com três nomes, e assim a ministra poderia escolher seu candidato a vice-presidente. A declaração foi mal recebida por peemedebistas, que consideram o presidente da Câmara, deputado Michel Temer (SP), o mais cotado para o cargo.

“Não houve nenhum tipo de encaminhamento nesse sentido e quem está conduzindo as conversas com o PMDB é o PT. Eu já liguei para o Michel Temer e para o Henrique Eduardo Alves (líder do PMDB na Câmara) e já disse que isso não corresponde à posição do PT”, disse Berzoini.

Para Berzoini, a manifestação de Lula foi “impensada” e não corresponde ao que já foi conversado entre PT e PMDB. Os dois partidos fecharam um pré-acordo que prevê a parceria na disputa presidencial.

“Chapa se compõe sempre pelo entendimento de dois lados. Nós estamos indicando a Dilma. Se eles tiverem alguma opinião em relação a Dilma, eles têm que dizer. E vice e versa. Até agora, todas as conversas são o seguinte: quem indica o vice é o PMDB”, ressaltou o presidente do PT.

Berzoini reconheceu que há um “mal-estar” entre os dois partidos, mas ressaltou que, pelo lado do PT, as relações nada mudaram.

“Ambos (Michel Temer e Henrique Eduardo Alves) disseram que ficaram satisfeitos com a minha declaração, mas é evidente que havia um mal-estar porque não foi isso que foi conversado antes”, comentou.

O Palácio do Planalto também tentou desfazer o incidente. O ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, telefonou ao presidente da Câmara reforçando a versão de que nada havia sido feito de caso pensado. Segundo uma fonte, o ministro teria dito ainda durante a conversa que o presidente Lula ligaria para Temer com o mesmo objetivo.

Fonte: Reuters


Frase de Lula sobre vice espanta Temer e irrita PMDB

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passeando pelo Blog do Josias de Souza

FRASE DE LULA SOBRE VICE ESPANTA TEMER E IRRITA PMDB

Uma declaração feita por Lula surpreendeu Michel Temer e deixou em polvorosa toda a cúpula do PMDB.

O partido mergulhou numa atmosfera de pré-crise.

De passagem pelo Maranhão, Lula sugeriu que o PMDB indique três alternativas de candidato a vice-presidente.

Submetida à lista, a presidenciável Dilma Rousseff escolha o nome de sua preferência.

O comentário ganhou a web. E provocou uma troca instantânea de telefonemas entre os pemedebês que negociam a aliança com o PT.

Líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves produziu uma ironia que resume o que vai na alma do sócio majoritário do consórcio governista:

“Achamos natural que o PMDB apresente três nomes. Mas vamos aguardar que o PT nos apresente os outros dois, para ver como fica o nosso apoio”.

O comentário de Lula soou numa entrevista a duas emissoras de rádio maranhenses. Por ironia, uma delas, a Mirante, pertence à família do grão-pemedebê José Sarney.

Lula disse na entrevista que, como maior partido da aliança, o PMDB tem todo o direito de “exigir” a posição de vice. Mas emendou:

“O correto não é nem o PMDB impor um nome só. O correto é o PMDB discutir dentro do PMDB, indicar três nomes para a ministra Dilma para que ela possa escolher. Isso é que nem casamento…”

“…Quem vai casar com o vice é a candidata, e você não pode empurrar para ela alguém que não tem afinidade com ela porque aí será discórdia total”.

Presidente da Câmara e fiador do acordo pré-nupcial que o PMDB firmou com o PT, Michel Temer tomou-se de espanto.

Temer é apresentado pelo pedaço governista do PMDB como o nome do partido para subir ao altar do lado de Dilma.

Em privado, o deputado disse aos companheiros de legenda que pretende procurar Lula. Sentiu-se pessoalmente atingido.

Está menos preocupado com a posição de vice, que nunca reivindicou publicamente. Inquieta-o a inconveniência do momento.

A frase de Lula chega num instante em que Temer considera-se alvejado por um par de “infâmias”.

Foi ao noticiário como beneficiário de um suposto repasse ilegal de verbas feito pela Camargo Corrêa, investigada na Operação Castelo de Areia.

Depois, foi citado, junto com outros pemedebês, num dos vídeos do panetonegate. Dessa vez como destinatário de uma fatia do bolo tóxico do DEM-DF.

Num instante em que busca reparação judicial pelas ofensas à sua honra, Temer é abalroado pelo comentário de Lula. Daí, sobretudo, o incômodo.

Os operadores do PMDB consideram que a frase de Lula é ainda mais “inaceitável” porque não faria justiça ao comportamento de Temer.

Diz-se que, além de empenhar-se pela consolidação do acordo PMDB-PT, o deputado evita apresentar-se como vice.

De fato, sempre que questionado sobre a matéria, o presidente da Câmara retira do bolso do colete uma resposta padrão:

“Vice não é candiato, é circunstancia política”, repete Temer. “Depois da consolidação da aliança, será preciso verificar qual o nome que soma mais para a candidata à Presidência”.

A julgar pelo teor dos telefonemas trocados na noite passada, o PMDB espera que Lula repare, nas próximas horas, o “estrago” que sua frase produziu.

Do contrário, o mal-estar pode descambar para a crise. Na visão do provedor do “noivo” de Dilma, a metáfora do casamento é via de mão dupla.

Ouça-se o que disse ao blog um pemedebê com assento no colegiado que negocia a aliança em torno de Dilma:

“Se a noiva pode escolher o pretendente, o noivo também pode exigir ao pai dela que apresente outras filhas porque a escolhida não agradou”.

O interlocutor do repórter lembrou que Dilma, levada à vitrine há quase dois anos, ainda não ultrapassou a barreira dos 20% nas pesquisas.

De resto, realçou o fato de que o PT protela a resolução de encrencas regionais que conspiram contra a aprovação da aliança na convenção do PMDB, em junho.

Menciona as praças onde ardem as principais fogueiras: Bahia, Pará, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

O conselho de sábios que tenta pôr de pé a aliança pró-Dilma reúne-se pela enésima vez na semana que vem, provavelmente na quarta-feira.

Os líderes que representam o PMDB nesse colegiado vão à reunião com o pavio mais curto. Ameaçam explodir caso Lula não ajeite as coisas até lá.

Receia-se que Lula esteja interessado em empinar o nome do presidente do BC, Henrique Meirelles, como candidato a companheiro de chapa de Dilma.

Um dos pemedebês ouvidos pelo repórter saiu-se com uma metáfora à Romário. Evoca a condição de cristão novo do neo-pemedebê Meirelles.

“Ele acabou de entrar no ônibus. Não pode querer sentar na janelinha. O nome do Mierelles não soma um níquel na convenção do PMDB”.

Por Josias de Souza


Descoberto o verdadeiro motivo da MERDA no discurso do LULA

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Vejam o vídeo: MC Lula de Fogo e o FUNK do discurso atoladinho

As pessoas com opinião formada não ficaram assustadas com a “merda” redonda e pomposa dita pelo presidente Lula na sua visita aqui em São Luís. Sabem que isso já é uma constante na boca do presidente.

Dos impropérios e improvisos desnorteados ditos por Lula, vide “essa crise é uma marolinha”, dentre outras, o presidente molusco tem somente um pequeno percentual de seus discursos que não merecem uma boa descarga num vaso sanitário.

Vida de merda, merda de vida, isso sabemos que é uma realidade. Com pequenos jatos de “Bom Ar” na sofrida existência do brasileiro (pra não dizer fecal, como sabiamente bradou o presidente) a vida vai sendo levada.

No Brasil bolsas e mais bolsas assistencialistas são criadas para manter esse mau cheiro que se tornou o governo Lula.

Fico preocupado quando ele decidir incluir em seus discursos metafóricos os casos de corrupção onde o dinheiro é escondido em cuecas, meias e similares.

Vocês já imaginaram que tipo de adjetivo ele dará ao brasileiro? Se aqui no Maranhão, que Sarney manda desde a década de 50 e hoje Roseana Sarney é governadora via TSE, ele disse que vivemos na merda, quando for falar de corrupção no próprio governo vai dizer que a vida do brasileiro é um saco ou uma cueca suada.

Tenho até medo de pensar onde vai parar o pensamento torto, e as palavras mais tortas ainda, do líder de dezenove dedos…

Esse é o filho do Brasil, fazendo o povo se sentir filhos da p….


Lula – a Sabrina Sato de Garanhuns – quer tirar o povo maranhense da merda

Um dos atrativos do Programa Pânico da RedeTV é sem dúvida a nipo-brasileira Sabrina Sato. De corpo esbelto e visível ignorância, Sabrina Sato cativa marmanjos pelo belo corpo e pobres e crianças pela inocente burrice.

Na verdade, por se tratar de um programa humorístico, onde quase todos representam um personagem para ganhar a vida, Sabrina Sato desempenha perfeitamente o papel de ignorante, coisa que fora do ar não demonstra ser.

Na vida real, longe da Vida é Bela de Garanhuns, ou melhor, do filme “Lula o Filho do Brasil”, Luís Inácio Lula da Silva anda de palanque em palanque fazendo o que mais gosta, atuando.

Lula, artista desde o nascimento, quando saiu de Garanhuns e veio para São Paulo ser personagem de filme e presidente da República, não pode ver uma plateia que vira um brasileiro nato. De língua presa, fala ruim e sofrimento visível na oratória, Lula deixa o brasileiro pensar que é igual a ele.

Hoje em visita ao Maranhão, logo após a fala de Roseana no Centro de Convenções e dos aplausos dos estudantes/carpideiras, Lula disse que irá trazer para cá refinaria, bilhões de reais e chamou Roseana de companheira e querida governadora. Mas, quase no final do discurso Lula soltou a pérola dizendo que a refinaria daqui refinará (sic) petróleo CU, corrigindo-se rapidamente para petróleo cru.

Muito à vontade para falar bobagens, Lula disse também que discursaria rapidamente, já que teria um jantar marcado com o presidente do Peru, Alan Garcia Perez.

Lula tentou somar as horas e diminuir do fuso horário e praticamente errou a conta. Ao somar, subtrair e dividir de cabeça, o nosso presidente disse que vai sair daqui às 17h e com cinco horas de viagem, menos duas horas de fuso horário, Lula estará em Lima antes de mesmo de chegar aqui, ou não…

Ainda falando bobagens Lula Lá disse cá: “Eu não quero saber se o João Castelo é do PSDB, não quero saber se o outro é do PFL, não quero saber se é do PT, eu quero saber se o povo está na merda e eu quero tirar o povo da merda em que ele se encontra. Esse é o dado concreto”.

E quem há mais de 40 anos faz merda na vida dos maranhenses? Empolgado no discurso Lula nem percebeu estar sentado ao lado da verdadeira fossa da política maranhense, salvo o prefeito João Castelo e outros poucos mortais sem Sarney no sobrenome…

Para finalizar o presidente deu uma de Mãe Diná do agreste pernambucano. O filho do Brasil disse que sabe quem vai ser a próxima presidenta do Brasil. Levantou a bola pra galera, em coro, as carpideiras gritaram o nome da mãe do PAC, ecoou no quente e quase cheio espaço o nome da cabeçuda e pouco simpática Dilma Rousseff.

A esta visita, mesmo depois de vários convites do governador Jackson Lago, deve-se o mérito ao atual pai do filho do Brasil, de Fernando, Zequinha e de Roseana, José Sarney.

Pode tirar o lobinho da chuva, que cria apagão, quem acha que esta visita do Lula é para ganhar os votos dos maranhenses. Com uma pequena parcela do eleitorado nacional, o Maranhão não fede e nem cheira nas pretensões da cabeçuda Dilma. Mas, como no Planalto Central tudo passa pelas mãos, ordem e vontades de José Sarney, Lula aporta pela segunda vez em um ano nas terras de Gonçalves Dias. Provando que José Sarney não é somente o Dono do Mar, mas do Lula, da Dilma e do Lobão.

PÊ ÉSSE: no discurso do Lula, na hora que ele começou a falar do histórico das Escolas Técnicas, de quanto o governo dele investiu na educação e construção de escolas, ficou visível a aflição de Roseana. Sem respaldo para fazer a mesma afirmação que Lula, Rose teve um passamento e as câmeras conseguiram pegar a governadora sacudindo, aflita, a excelentíssima blusa.


Grandes Promessas de Ano Novo – José Sarney


E SEM PROPAGANDA?

A Justiça mandou tirar do ar a mentira desvairada que Roseana queria massificar. Queria a crença de todos em que ela trabalhava e que estava transformando o Maranhão em uma “ilha” de prosperidade. Entretanto, a Justiça viu nas peças publicitárias que a realidade do seu governo passa longe, muito longe, daquilo que ela intenta propagandear. Como se não bastasse, detectou-se também que as referidas peças sofriam de vício insanável, já que privilegiavam um viés personalista, objetivando enaltecer Roseana Sarney, o que é proibido pela Constituição.

Mas, convenhamos: alguém sabe o que ela fazia? Como ninguém sabia, nem via nada ser feito, era imprescindível a mentira propagandista, afinal como viabilizar uma candidatura sem disfarçar a inércia total do seu governo? E além do mais, pode ser que ela ainda conservasse a ilusão de que há os que nela acreditam…

Agora, o que é pior: os milhões do povo maranhense que ela gasta com os comerciais, constituem tão somente uma transferência do dinheiro público para os cofres da família, pois os meios de comunicação que veicularam sua propaganda enganosa lhe pertencem. Em outras palavras: ela paga a si mesma com dinheiro público…

Na lógica deturpada da qual são pródigos, crêem-se geniais: fazer campanha antecipada com roupagem legal, porém mentirosa, e ainda embolsar algum. Coisas da família…

A Justiça assim fez a coisa certa, civilizadora e democrática.

O problema de Roseana Sarney e caterva é a total ausência de credibilidade. O que para outros poderia garantir uma eleição, para ela não adianta muito.

A “governadora” andou falando aos políticos que recebem o seu chamamento para uma audiência que estava se recuperando em Imperatriz e que já alcançava ali quase 30% de intenção de votos. Justamente ela que, com a sua falta de ação na região, quase motivou a separação do Maranhão em dois. Combinemos que ela até se esforçou, viajando várias vezes para a cidade e fazendo promessas de dezenas de obras e realizações. Mesmo assim, não conseguiu melhorar nada, como veremos adiante.

A informação que vem da região mostra-nos uma Roseana com apenas 14% de intenção de votos e, pasmem, uma rejeição de 77% de eleitores, que disseram nunca mais votar nela. Este é mesmo percentual dos que dizem que votarão em Jackson Lago. Em Imperatriz fica bastante clara a opinião do maranhense sobre os Sarney. Ou seja, Roseana ali assume em sua total inteireza, como uma maldição, a brutal rejeição de José Sarney da qual ela tenta se dissociar e faz de tudo com que não chegue até ela. Mais vai chegar.

Agora podemos compreender melhor a motivação daquelas propagandas que mencionei há pouco. Isto é, Roseana Sarney sabia que, ao veicular tal embuste na imprensa, agora proibido, ela estava fazendo na verdade a única coisa possível para ela, aquilo a que se acostumara na vida: enganar os maranhenses.

Pois bem, fala-se agora que ela voltará a Imperatriz para inaugurar os acessos à Ponte da Liberdade, iniciada no meu governo e concluída no governo de Jackson Lago. A ponte já foi inaugurada pelo governador antes de ser tirado do cargo. Aliás, ressalte-se, acessos totalmente modificados, muito piores e menos eficientes e bonitos que os que foram licitados no meu governo. Ao inaugurar tais acessos, ela tenta diminuir uma obra magnífica, verdadeiro cartão postal da cidade, prova viva de que Imperatriz, assim como a região tocantina e o Maranhão como um todo, só tiveram o que comemorar com o rompimento político com a oligarquia, que aconteceu no meu governo e que levou a grande derrota do grupo em 2006.

Vai ser interessante ver Roseana Sarney completamente desconfortável, inaugurando uma obra que ela nunca pensou em fazer, embora muito desafiada pelo governador Siqueira Campos do Tocantins. Ele se divertia desafiando-a. O melhor seria ela não ir. Ficará “mal na foto”. Um atestado que confirma a sua índole e que servirá apenas para aumentar a sua rejeição, se isso for possível.

E vejam mais uma desse desgoverno: Roseana Sarney possui um verdadeiro repertório de “argumentos políticos”, que vem usando diuturnamente para convencer prefeitos a votar nela nas próximas eleições. Esses “argumentos” são variados de acordo com o interlocutor. Para alguns, são promessas de recursos e convênios, principalmente para asfaltar ruas, que geralmente trazem votos.

Para outros, mais opositores da oligarquia, o jogo fica pesado. Alguns estão recebendo uma equipe de delegados que aportam nos municípios com ordens de investigar o prefeito e sua administração. Chegam requisitando documentos, farejando qualquer coisa mal posta para enfraquecer as convicções oposicionistas desses prefeitos. Seu crime na verdade é pertencer às oposições. Nunca aconteceu nada assim no Maranhão, nem parecido. Por fim, quando nada disso funciona, então é a hora dos tribunais. Sobretudo aquele, o eleitoral. Oito prefeitos oposicionistas já foram cassados.

E nesta sanha, seguem obstinados…

As oposições vão se reunir para decidir qual é o melhor caminho para enfrentar esse grupo de práticas medievais que tenta, em pleno ano de 2009, tomar o comando do estado pela barganha e pelas ameaças que compõem o grande elenco de intimidações de que lançam mão. Tudo isso escudados pelo enorme poder de imprensa que detém para si e que só se justifica, segundo palavras de José Sarney, para fazer política. Política do vale tudo, como eles a compreendem.

O que salva o Maranhão é a enorme determinação do povo do estado em não voltar atrás, em seguir em frente, em não se deixar dominar novamente. É isso que vai impedir a “família” de voltar ao poder. É isso que nos dá a certeza de que o Maranhão vai definir livremente o seu rumo, escolher o seu destino e finalmente ter a oportunidade de crescer e se desenvolver.

Para terminar, Lula parece que finalmente virá a São Luís. É inexplicável nunca ter vindo, como o presidente da República, a capital do Maranhão. E talvez essa seja a primeira e última. Só mesmo para constar… E não vem para inaugurar obra de Roseana, mas sim de um grupo privado multinacional.

Mas disso ninguém se admira… Onde estão as obras dela?

Por José Reinaldo

Versão da Logomarca do Estado: Blog John Cutrim


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