Estamos acostumados às constantes bravatas do Lula. O presidente molusco quase sempre se serve de frases sem sentindo, ou convenientes para o momento. Em suma, Lula acredita ser a última Coca-Cola de um Brasil deserto de opositores à sua altura.
Recentemente Lula teve o disparate em dizer que “… vai haver um vazio naquela cédula (Lula esqueceu que atualmente as eleições são em urna eletrônica). E, para que esse vazio seja preenchido, eu mudei de nome e vou colocar Dilma lá na cédula…”.
É unissonante o discurso de vários jornalistas e analistas políticos afirmando que um dos princípios fundamentais da democracia é a alternância do poder e que a ideia de Lula com cara de mulher na cédula (sic) é querer inventar o “pulo do gato” para as próximas eleições.
A tese de que bons governadores elegeriam um poste faz Lula viajar na maionese eleitoral, literalmente, pensando ser a azeda Dilma a cereja que faltava no bolo do bobo, ou melhor, povo brasileiro.
Como um bom aluno parece que Lula não só engoliu o bigode de Sarney e empurrou história do PT goela abaixo. É notório que o barbudo e sem noção Luís Inácio encarnou a ideia de ser eterno no poder, coisa que José Sarney perpetua há sofridas décadas no Maranhão.
Más e fofoqueiras línguas afirmam que José Sarney chamou Lula na chincha e disse: “esteja no poder, mesmo aparentando estar longe dele. Ameace ou suicide alguém para se manter nele…”
Assim, não obstante as estapafúrdias frases e pensamentos de Lula, onde pretendia estar nas “cédulas” de 1989 até o fim da existência da humanidade, a governadora empossada por meios “legais” no Palácio dos Leões, Roseana Sarney, cultiva o sonho de concorrer consigo mesma para governadora do Maranhão.
Eleição esta que, de tão mal cuidado que anda o povo do Maranhão, correria sério risco de ir para o 2º turno.
Roseana sonha ver Jackson Lago (PDT) fora das “cédulas”, acredita que Flávio Dino (PCdoB) não terá pernas para correr sozinho rumo às urnas, sem a ajuda do PT e tão pouco vê Marcos Silva (PSTU), que acredita na luta mudando a vida, um adversário à altura de seus infindos votos.
Entre vazios em cédulas e administrações vazias vamos vivendo. Lula lá quer permanecer eterno, Roseana cá sem nada de concreto pra fundamentar a solidão das urnas pretende bater o escanteio e correr pra cabecear, e caso não faça o gol, ainda conta com uma tríade de juízes para anular a partida.
Dessa forma vai o Maranhão sendo cuidado por Roseana Sarney, que há um ano está sob a batuta do governo do estado e ainda não conseguiu mostrar para o que foi empossada via TSE.
Não podemos ficar na porta de casa nem ao meio dia, imagine à noite, como ela prometeu no dia da posse, em abril do ano passado. Ontem mesmo uma senhora levou três tiros no estacionamento de um shopping em São Luís, por sorte eram vesgos os atiradores, que nada acertaram.
Na educação os professores recém contratados estão sem receber salários, e alguns até apregoam que não fazem ideia de quando vão ver a cor dos seus vencimentos.
Roseana, que adora cuidar das pessoas que tem o sobrenome igual ao dela, prometeu vários hospitais pelo estado, e o que vemos na propaganda são alicerces e montes de areia.
Até na propaganda, a única coisa de concreta que existe no governo Roseana Sarney, ela faz questão de brincar com a memória do povo. Colocam vídeos de uma estrada feita por ela onde um ônibus da finada Itapemirim viajava pelo asfalto novinho, em 1977, no mínimo.
Mas é assim que se formam e se mantém vivas as oligarquias: com a ignorância, falta de memória do povo e a inexistência, por mais sutil que seja, da alternância de poder. Como sonham Lula, Roseana Sarney, Dilma Rousseff e José Sarney.
Manifestantes na rua, camburão com sirene ligada e jornalista algemado. Esta cena poderia ter sido retirada do filme O Que é Isso Companheiro, do diretor Bruno Barreto de 1997, que relata a truculência e a censura imposta pelos militares no período da Ditadura (1964-1984). Mas, por mais absurdo que pareça, o fato ocorreu na noite da última quarta-feira, 28 de abril, nas barbas do Legislativo Municipal de Timon, tendo como artífices o presidente da Câmara, vereador Antonio Borges Pimentel Filho, o Biú (PRB) e membros da Guarda Municipal de Timon, que agem, indiretamente, sob a batuta da prefeita Socorro Waquim (PMDB).
É triste e inaceitável para nós relatar tal fato. Ver Timon mudar de cidade dos buracos e do descaso, para a terra da censura. Onde um Presidente da Câmara, eleito pelo povo, ordena a agressão a um jornalista no exercício de sua função.
Ao invés de progredir, regride-se à mordaça dos Anos de Chumbo da história brasileira. Divulgar falhas e manifestações voltou a ser motivo de humilhações e prisão.
À Guarda Municipal de Timon coube o papel de executar as ordens do vereador Biú que, achando-se o dono da Câmara, Biú bradou ao jornalista Edmundo Moreira, do Portal e Jornal Hoje: “aqui você não filma, aqui você não fica”, mandando prendê-lo logo após, por puro ‘desacato a censura’.
A nós, resta sentir pena e lamentar, tanto como comunicadores, quanto como moradores desta cidade, que o vereador Antonio Pimentel Biú desfira sua gana por censura e tire a Guarda Municipal de suas verdadeiras funções. Zelar pelo patrimônio de Timon não é proteger o vereador do julgamento do povo, da divulgação de sua imagem ou tão pouco da argumentação de um jornalista.
O fato é que Biú perdeu uma grande oportunidade de ficar omisso, coisa que não acontece comumente.
Nisso, Timon continua vivendo um paradoxo, enquanto a farda azul anil se sente forte perante pessoas de bem, a marginalidade, tráfico de drogas, prostituição e pedofilia, dão expediente diário nas ruas esburacadas de Timon, sem sofrer nem um beliscão da briosa guarda ou preocupação por parte do ilustríssimo e monossilábico Presidente da Câmara.
Faz-se necessário informar que as palavras não cessarão com algemas e o nosso intuito, enquanto jornal impresso e sítio de internet, de manter o povo de Timon por dentro dos maltratos e descasos com a população, não calará frente às pressões.
Deixemos para a história que esta se encarregará de mostrar quem algema ou deva ser algemado, quem escreve ou quem virará manchete.

Ela se tornou a garota propaganda da campanha contra a ditadura da magreza e agora Kim Kardashian mostrou seu corpo como ele realmente é, ao posar nua para a Harper’s Bazaar e exigir que as fotos não sejam retocadas.
Britney Spears também permitiu, na semana passada, que suas fotos para a campanha da grife Candie’s fossem postadas sem retoque na internet.
Nas imagem, onde aparece nua sobre um fundo cinza, Kardashian mostrou que não tem com o que se preocupar.
Na entrevista, Kim revelou:
“Lamento ter feito a Playboy. Fiquei desconfortável.”
“Agora ainda é assustador, mas também libertador. Acho que a mensagem é assumir suas curvas e quem você é. Eu me sentirei orgulhosa se jovens garotas olharem para mim e disserem: “Sou cheia de curvas e tenho orgulho delas agora.”
Fonte: OFuxico

O professor-doutor Kilpatrick Campelo acusa diretamente o reitor da Universidade Federal do Piauí por uma série de desvios que totalizam num valor de um milhão de reais. Realmente, trata-se de um valor muito alto.
Segundo Kilpatrick, o reitor tem relação direta com as Comissões de vestibulares, inclusive pagando um salário superior ao permitido por lei.
Já o Reitor respondeu as acusações dizendo que se trata de “inveja” e que seria uma espécie de vingança, já que ele o professor-doutor foi demitido por não assinar uns documentos pedidos pelo próprio reitor.
Trata-se de um tema complicado. É corrupção dentro de uma Universidade. Local de adquirir conhecimento científico, moral, cultural. É preciso que haja exemplo. As acusações devem ser verificadas, porque por muito menos o reitor da Universidade de Brasília perdeu seu cargo. Portanto, acredito no trabalho da Procuradoria Geral da República e na elucidação dos fatos.
Se se tratar de inveja, que seja punido o professor-doutor. Se se tratar de desvios e corrupção, que não termine em pizza como tudo que envolve gente poderosa e política. Chega de impunidade. Aos cidadãos, amigos e inimigos, os rigores da lei.
Lembrando que Luiz Júnior está com a imagem arranhada com boa parte dos estudantes da Universidade. É que ele deu um título de Doutor Horonis Causa para Hugo Napoleão, seu amigo pessoal, e alguns estudantes foram protestar. No entanto, foram recebidos a base de pancadas e violência desproporcional a mando do próprio reitor.
Estou atento aos fatos aqui, no Portal Hoje, com a Língua Afiada!

passeando pelo blog Noblat
RIGOTTO, SARNEY E A HERANÇA DA DITADURA

No tempo da ditadura de 64, os militares perseguiam, caçavam, prendiam, intimidavam e inibiam jornais e jornalistas insubmissos, que teimavam em contar a verdade e enfrentar o regime. Como último recurso matavam os mais rebeldes pelo bolso, pela asfixia econômica, pela fuga de anunciantes, pela penúria absoluta e fatal.
Alguém precisa avisar ao ex-governador gaúcho Germano Rigotto que os tempos mudaram. Na democracia, é impensável perseguir jornais e jornalistas, como ele está fazendo com um pequeno mensário de Porto Alegre, o JÁ (tiragem de cinco mil jornais) e seu editor, Elmar Bones, um dos mais respeitados profissionais da imprensa brasileira, com passagem por revistas e jornais de Rio e São Paulo.
Nos duros anos dos generais, Bones foi editor-chefe do CooJornal, órgão da Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre, um dos mais corajosos títulos da imprensa nanica que desafiava o regime. Como tantos outros, morreu pela pressão militar e pelo cerco econômico.
Em 2001, o JÁ de Bones publicou uma reportagem devastadora sobre a maior fraude da história gaúcha: contratos manipulados da estatal de energia que lesou o Rio Grande em R$ 800 milhões, valores de hoje. O operador central da quadrilha, segundo a CPI que estudou o caso, era o irmão do ex-governador, Lindomar Rigotto.
O JÁ contou essa história, que ganhou os maiores prêmios jornalísticos da época – inclusive o Esso. Pois a família Rigotto não gostou do que leu e processou Bones e seu jornal. Jornal pobre, ele não tem os recursos para pagar agora a indenização de R$ 54 mil pedida pela mãe de Lindomar e Germano, dona Julieta, de 88 anos. E, assim, Bones anunciou esta semana que a edição nas bancas é a derradeira do JÁ.
Rigotto costuma dizer aos amigos que não tem nada a ver com as agruras do JÁ. “Isso é coisa da minha mãe”, tenta escapar. Com isso, repete exatamente a mesma tática de José Sarney quando se esquiva da censura que o jornal O Estado de S.Paulo amarga há quatro meses, impedido de publicar as conversas gravadas e pouco republicanas de Fernando Sarney: “Isso é coisa do meu filho”, escorrega o presidente do Senado.
As espertezas de Rigotto e Sarney, além de zombar da inteligência do leitor e do eleitor brasileiro, são graves ameaças à liberdade de expressão no país. O relato sobre o caso Rigotto X JÁ, feito no texto do jornalista Luiz Cláudio Cunha, no Observatório da Imprensa, alerta a todos nós sobre os vícios autoritários que a democracia herdou da ditadura, e que continuam perigosamente atuais.