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	<title>Notícias do Maranhão, Piauí, São Luis, Teresina, Imperatriz, Timon, Caxias, Açailândia, Barreirinhas, Bacabal &#187; Germano Rigotto</title>
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		<title>Um passeio pela Blogosfera &#8211; Blog do Noblat &#8211; RIGOTTO, SARNEY E A HERANÇA DA DITADURA</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 14:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nonato Castro</dc:creator>
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passeando pelo blog Noblat
RIGOTTO, SARNEY E A HERANÇA DA DITADURA

No tempo da ditadura de 64, os militares perseguiam, caçavam, prendiam, intimidavam e inibiam jornais e jornalistas insubmissos, que teimavam em contar a verdade e enfrentar o regime. Como último recurso matavam os mais rebeldes pelo bolso, pela asfixia econômica, pela fuga de anunciantes, pela penúria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.portalhoje.com/wp-content/uploads/2009/10/passeio-blogosfera2.jpg" alt="passeio-blogosfera2" title="passeio-blogosfera2" width="644" height="67" class="aligncenter size-full wp-image-17421" /></p>
<p>passeando pelo <strong><a href="http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/11/27/rigotto-sarney-a-heranca-da-ditadura-244904.asp">blog Noblat</a></strong></p>
<p><strong>RIGOTTO, SARNEY E A HERANÇA DA DITADURA</strong><br />
<img src="http://www.portalhoje.com/wp-content/uploads/2009/11/filme_sarney-212x300.jpg" alt="filme_sarney" title="filme_sarney" width="212" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-24031" /></p>
<p>No tempo da ditadura de 64, os militares perseguiam, caçavam, prendiam, intimidavam e inibiam jornais e jornalistas insubmissos, que teimavam em contar a verdade e enfrentar o regime. Como último recurso matavam os mais rebeldes pelo bolso, pela asfixia econômica, pela fuga de anunciantes, pela penúria absoluta e fatal.</p>
<p>Alguém precisa avisar ao ex-governador gaúcho Germano Rigotto que os tempos mudaram. Na democracia, é impensável perseguir jornais e jornalistas, como ele está fazendo com um pequeno mensário de Porto Alegre, o JÁ (tiragem de cinco mil jornais) e seu editor, Elmar Bones, um dos mais respeitados profissionais da imprensa brasileira, com passagem por revistas e jornais de Rio e São Paulo.</p>
<p>Nos duros anos dos generais, Bones foi editor-chefe do CooJornal, órgão da Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre, um dos mais corajosos títulos da imprensa nanica que desafiava o regime. Como tantos outros, morreu pela pressão militar e pelo cerco econômico.</p>
<p>Em 2001, o JÁ de Bones publicou uma reportagem devastadora sobre a maior fraude da história gaúcha: contratos manipulados da estatal de energia que lesou o Rio Grande em R$ 800 milhões, valores de hoje. O operador central da quadrilha, segundo a CPI que estudou o caso, era o irmão do ex-governador, Lindomar Rigotto.</p>
<p>O JÁ contou essa história, que ganhou os maiores prêmios jornalísticos da época – inclusive o Esso. Pois a família Rigotto não gostou do que leu e processou Bones e seu jornal. Jornal pobre, ele não tem os recursos para pagar agora a indenização de R$ 54 mil pedida pela mãe de Lindomar e Germano, dona Julieta, de 88 anos. E, assim, Bones anunciou esta semana que a edição nas bancas é a derradeira do JÁ.</p>
<p>Rigotto costuma dizer aos amigos que não tem nada a ver com as agruras do JÁ. &#8220;Isso é coisa da minha mãe&#8221;, tenta escapar. Com isso, repete exatamente a mesma tática de José Sarney quando se esquiva da censura que o jornal O Estado de S.Paulo amarga há quatro meses, impedido de publicar as conversas gravadas e pouco republicanas de Fernando Sarney: &#8220;Isso é coisa do meu filho&#8221;, escorrega o presidente do Senado.</p>
<p>As espertezas de Rigotto e Sarney, além de zombar da inteligência do leitor e do eleitor brasileiro, são graves ameaças à liberdade de expressão no país. O relato sobre o caso Rigotto X JÁ, feito no texto do jornalista Luiz Cláudio Cunha, no Observatório da Imprensa, alerta a todos nós sobre os vícios autoritários que a democracia herdou da ditadura, e que continuam perigosamente atuais.</p>
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