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	<title>Notícias do Maranhão, Piauí, São Luis, Teresina, Imperatriz, Timon, Caxias, Açailândia, Barreirinhas, Bacabal &#187; José Sarney</title>
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		<title>Sarney, Novais e Dirceu candidatos no concurso ‘Algemas de Ouro’</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 16:57:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucastefano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de levar milhares de cariocas às ruas em protestos contra a corrupção, o Movimento 31 de Julho resolveu terminar o ano de uma forma bem-humorada: lançou esta semana  no Facebook o concurso “Algemas de Ouro 2011”.“]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>RIO – Depois de levar milhares de cariocas às ruas em protestos contra a corrupção, o Movimento 31 de Julho resolveu terminar o ano de uma forma bem-humorada: lançou esta semana  no Facebook o concurso “Algemas de Ouro 2011”.“Como os malfeitos do poder continuam acontecendo e os corruptos não são presos nem devolvem o dinheiro acumulado com fraudes, desvios e consultorias heterodoxas, este prêmio é mais uma homenagem aos campeões da impunidade no Brasil”, anuncia o grupo na página do concurso.</p>
<p><img src="http://www.portalhoje.com/wp-content/uploads/2011/12/algemas-ouro.jpg" alt="" title="algemas-ouro" width="500" height="375" class="aligncenter size-full wp-image-74385" /> <em><strong>Grupo anticorrupção lança no Facebook a eleição Algemas de Ouro</strong></em></p>
<p>São nove candidatos, entre eles seis ministros que deixaram o governo da presidente Dilma Rousseff sob suspeitas de irregularidades: Antonio Palocci, Alfredo Nascimento, Wagner Rossi, Pedro Novais, Orlando Silva e Carlos Lupi. Completam a lista a deputada federal Jaqueline Roriz (absolvida pela Câmara, depois de flagrada em vídeo recebendo dinheiro), José Dirceu (ex-ministro e réu no processo do mensalão), além do presidente do Senado, José Sarney.</p>
<p>Cada usuário pode votar apenas uma vez até o dia 31 de dezembro, quando a enquete será encerrada. Em janeiro, serão entregues os “prêmios” Algemas de Ouro, de Prata e de Bronze aos “vencedores”.</p>
<p>- O ex-ministro José Dirceu estava disparado, mas agora o Sarney começar a encostar – diz Ana Luiza Archer, do Movimento 31 de Julho.</p>
<p>Na página do Facebook, o grupo explica os motivos pelos quais foram escolhidos os dez candidatos.</p>
<p><strong>Fonte: O Globo via Blog do John Cutrim</strong></p>
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		<title>Sarney em baixa</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 00:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucastefano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O livro “Sarney – A Biografia” (Leya, 2011), biografia autorizada do ex-presidente da República e atual presidente do Senado, José Sarney, elaborado pela escritora Regina Echeverria, é um fracasso de vendas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.portalhoje.com/wp-content/uploads/2011/11/sarney-a-queda-e1320281725453.jpg" alt="" title="sarney-a-queda" width="640" height="802" class="aligncenter size-full wp-image-72397" /></p>
<p>O livro “Sarney – A Biografia” (Leya, 2011), biografia autorizada do ex-presidente da República e atual presidente do Senado, José Sarney, elaborado pela escritora Regina Echeverria, é um fracasso de vendas. Sobrando nas prateleiras, o livro está na sessão de liquidação das livrarias de todo país. Um leitor esteve na livraria ‘Leitura no Shopping’ no conjunto nacional em Brasília e registrou que o valor da obra, que antes custava R$ 44,90, estava em promoção, passando a ser vendida por R$ 17,90. Uma queda e tanto.<br />
<strong><br />
Maquiagem de escândalos</strong></p>
<p>O insucesso nas vendas de “Sarney – A Biografia”, que traz 624 páginas e quatro cadernos de fotos, deve está relacionado ao fato de conter erros de informação e amenizar vários escândalos protagonizados por Sarney, entre os quais à forma como conduziu e se posicionou diante de questões como os atos secretos no Senado. O livro exalta, por exemplo, a contratação da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a pedido de Sarney, para fazer uma reforma administrativa no Senado. Mas deixa de informar o valor pago – R$ 500 mil em dois anos – e o fato de que a reforma não saiu do papel. Em outro trecho, a autora escreve que Sarney “determinou” a demissão de todos os 136 diretores da Casa, sem citar que elas não se efetivaram.</p>
<p><strong>Ato Secreto</strong></p>
<p>A biografia também menciona uma decisão do senador de anular todos os atos secretos, revelados pelo O Estado de S. Paulo em 10 de junho de 2009, sem citar que, logo depois, a diretoria-geral revalidou esses boletins, inclusive os que tratavam de apadrinhados de Sarney. Ainda sobre esse episódio, ao elencar os pedidos de processo contra o senador, a obra afirma que “o Conselho de Ética estava politizado e não era isento”.</p>
<p><strong>Honorável Bandido</strong></p>
<p><iframe width="640" height="480" src="http://www.youtube.com/embed/Ofn-ZBVx0Bk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Vale lembrar que o lançamento em São Luís do livro “Honoráveis Bandidos”, que, ao contrário da biografia do presidente do Senado, narra escândalos e falcatruas da família Sarney, ocorrido no dia 4 de novembro de 2009, foi marcado por tumulto, quebra-quebra, socos e pontapés, na sede do Sindicato dos Bancários, na Rua do Sol (reveja no vídeo acima). Comandados por pseudo-lideranças juvenis, a maioria nomeadas na época na Secretaria de Esportes e Juventude do governo Roseana Sarney (PMDB), um grupo de estudantes arregimentados tumultuaram o lançamento do livro.</p>
<p><strong>Mau exemplo</strong></p>
<p>Além de ovos, foram jogados no autor de Honoráveis Bandidos, escritor Palmério Dória, e na platéia livretos apócrifos intitulados “Corrupção – Navalhados Bandidos”, com ofensas contra os ex-governadores Jackson Lago e José Reinaldo. Tudo financiado, de acordo com informações divulgadas no período, pelo governo Roseana. Deve ser por isso que só a família e um apaniguado de bajuladores compraram a biografia de Sarney.</p>
<p><strong>Fonte: blog do John Cutrim</strong></p>
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		<title>Projeto de Roseana Sarney estatiza Fundação Sarney</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 12:44:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Junior</dc:creator>
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O texto foi publicado na edição desta segunda (17) do ‘Diário da Assembléia’. Acompanha a proposta uma “mensagem” de Roseana à presidência do Legislativo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.portalhoje.com/projeto-de-roseana-sarney-estatiza-fundacao-sarney/1471618/sarneyroseanazecruz470" rel="attachment wp-att-71619"><img src="http://www.portalhoje.com/wp-content/uploads/2011/10/SarneyRoseanaZeCruz470.jpg" alt="" title="SarneyRoseanaZeCruz470" width="468" height="290" class="aligncenter size-full wp-image-71619" /></a><br />
A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), enviou à Assembléia Legislativa do Estado projeto de lei que sugere a estatização da Fundação Sarney.</p>
<p>O texto foi publicado na edição desta segunda (17) do ‘Diário da Assembléia’. Acompanha a proposta uma “mensagem” de Roseana à presidência do Legislativo.</p>
<p>No texto, a governadora anota que, com “grata satisfação”, submete à apreciação dos deputados projeto que cria a “Fundação da Memória da República Brasileira.”</p>
<p>Esclarece que a entidade terá “natureza jurídica pública” e será inserida na administração do Estado como “sucessora da atual Fundação José Sarney”.</p>
<p>Jusrtifica a providência com uma lamúria monetária: “Lamentavelmente, a história da Fundação tem sido marcada por constantes crises financeiras…”</p>
<p>Alega que, sem “fontes públicas de financiamento”, a fundação do pai sustenta-se com “assistemáticas contribuições de cidadãos e empresas privadas.”</p>
<p>Como as verbas são “insuficientes” para o custeio da fundação, Roseana invoca o parágrafo 2o do artigo 216 da Constiruição Federal. Reza o seguinte:</p>
<p>“Cabem à administração pública, na forma da lei, a gestão da documentação governamental e as providências para franquear sua consulta a quantos dela necessitem.”</p>
<p>Informa, de resto, que “o senhor José Sarney transferirá para o patrimônio da nova entidade todos os bens de sua propriedade “que se encontram na fundação.&#8221;</p>
<p>Pede que a proposta seja analisada pelos deputados a toque de caixa, em regime de “urgência”.</p>
<p>O artigo 1o do projeto de Roseana vincula a versão estatal da Fundação Sarney à Secretaria de Educação do Estado. Esclarece:</p>
<p>A nova fundação terá “como patrono o intelectual e político maranhense José Sarney, ex-governador do Maranhão, membro da Academia Brasileira de Letras e ex-presidente da República.”</p>
<p>O artigo 2o lista os objetivos da entidade. Entre eles a “guarda, preservação, organização e divulgação dos acervos documentais, bibliográficos, iconográficos e artísticos do patrono da Fundação”.</p>
<p>No parágrafo 4o do artigo 3o, o projeto espeta no Tesouro estadual o custeio da Fundação Sarney. Anota:</p>
<p>“O Poder Executivo incluirá na proposta orçamentária de cada exercício […] dotação suficiente para as despesas correntes e de capital necessárias ao cumprimento das finalidades da fundação…”</p>
<p>O artigo 5o da proposta trata da composição do conselho curador da fundação. Terá 11 membros, dois dos quais indicados “pelo patrono” José Sarney.</p>
<p>Munucioso, o projeto prevê: “Em caso de falecimento” de Sarney as duas vagas de sua cota “serão providas por indicação dos herdeiros e/ou sucessores do patrono.”</p>
<p>O artigo 9o estabelece: “Os servidores da Fundação da Memória Republicana Brasileira serão regidos pelo Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado do Maranhão.”</p>
<p>Não há menção a concursos públicos. Fica subentendido que os atuais servidores da Fundação Sarney serão empurrados para dentro da folha salarial do Estado.</p>
<p>Na semana passada, Sarney referira-se ao uso de helicóptero do Estado num passeio de final de semana como uma “homenagem à demcoracia”.</p>
<p>A filha Roseana tonifica a “homenagem” ao regime convertendo a fundação do pai numa entidade 100% financiada pelo déficit público.</p>
<p>No auge da crise do Senado, diante da denúncia de que sua fundação malversara verbas de patrocínio da Petrobras, Sarney acenara com a hipótese de fechá-la.</p>
<p>Na proposta à Assembléia, Roseana aperfeiçou a ideia, convertendo a fundação de privada em estatal. São grandes as chances de aprovação do projeto.</p>
<p>O bloco parlamentar que dá suporte à gestão da filha de Sarney é majoritário na Assembléia.</p>
<p>- Serviço: Aqui, a edição do Diário que traz a mensagem e o projeto da filha de Sarney. Começa no rodapé da página 5 e prossegue na página 6.</p>
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		<title>Proposta de orçamento prevê salário mínimo de R$ 619,21 em 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 15:58:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucastefano</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Miriam Belchior]]></category>
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		<description><![CDATA[A proposta de orçamento federal de 2012 prevê um salário mínimo de R$ 619,21, informou nesta quarta-feira (31) a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, após  entregar o documento para o presidente do Senado Federal, José Sarney.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Informação é da ministra do Planejamento, Miriam Belchior.<br />
Pela proposta, reajuste será de 13,61%, com impacto de R$ 22,7 bilhões.</strong></p>
<p><img src="http://www.portalhoje.com/wp-content/uploads/2011/08/manifestacao-em-sp-pelo-ajuste-do-salario-minimo-para-r-580-e-pela-correcao-da-tabela-do-ir-1296829481481_615x300.jpg" alt="" title="manifestacao-em-sp-pelo-ajuste-do-salario-minimo-para-r-580-e-pela-correcao-da-tabela-do-ir-1296829481481_615x300" width="615" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-69011" /> <em><strong>Manifestação da Força Sindical pelo reajuste do salário mínimo</strong></em></p>
<p>A proposta de orçamento federal de 2012 prevê um salário mínimo de R$ 619,21, informou nesta quarta-feira (31) a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, após  entregar o documento para o presidente do Senado Federal, José Sarney.</p>
<p>Com isso, o valor subiria dos atuais R$ 545 para R$ 619,21 a partir de janeiro de 2012, com pagamento em fevereiro. O salário mínimo serve de referência para o salário de 47 milhões de trabalhadores no país. O percentual de  correção, pela proposta do governo, será de 13,61%.</p>
<p>No projeto de Lei de Diretrizes Orçametárias, enviada ao Congresso Nacional em abril deste ano, o governo propunha uma correção menor do salário mínimo no ano que vem, para R$ 616,34.</p>
<p>De acordo com números do governo federal, que estão na LDO sancionada recentemente pela presidente Dilma Rousseff, o aumento de R$ 1 no salário mínimo equivale a uma elevação de gastos da ordem de R$ 306 milhões. Deste modo, um aumento de R$ 74,21, conforme a proposta de orçamento enviada ao Congresso Nacional, representa uma despesa extra de R$ 22,7 bilhões para o governo.</p>
<p>A proposta de correção do salário mínimo em 2012 foi feita com base em fórmula já acordada com os sindicatos. O reajuste contempla a variação do PIB de 2010, que foi de 7,49%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em doze meses.</p>
<p>Nada impede, porém, que, como o ocorrido em anos anteriores, este valor proposto pelo governo para o salário mínimo seja elevado nas negociações com os sindicatos, ou pela presidente Dilma Rousseff. Nos últimos anos, o governo optou por arredondar o valor para cima. Caso a presidente da República opte por dar um valor &#8220;redondo&#8221;, para facilitar o saque, o valor do salário mínimo pode ficar em R$ 620.</p>
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		<title>Sarney:‘Parentes no governo sempre criam problema’</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 00:22:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucastefano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao indicar o irmão Oscar ‘Ali só Tem Bandido’ Jucá Neto para a diretoria financeira da Conab, Romero Jucá como que arrastou para dentro do seu inferno o contribuinte brasileiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Nelson Rodrigues dizia: “A família é o inferno de todos nós.”</strong></p>
<p><img src="http://www.portalhoje.com/wp-content/uploads/2011/08/Sarneyc.jpg" alt="" title="Sarneyc" width="300" height="255" class="alignleft size-full wp-image-67720" /></p>
<p>Ao indicar o irmão Oscar ‘Ali só Tem Bandido’ Jucá Neto para a diretoria financeira da Conab, Romero Jucá como que arrastou para dentro do seu inferno o contribuinte brasileiro.</p>
<p>Nesta terça (2), o tetrapresidente do Senado, José Sarney, pajé da tribo em que Jucá milita como cacique, comentou:</p>
<p>“Parentes no governo sempre criam problemas, seja para o governo ou para o parente…”</p>
<p>“…No caso do senador Jucá, ele pediu desculpas [à presidente Dilma] porque as declarações não eram dele. Todas as denúncias, o governo deve mandar investigar.”</p>
<p>Certo, muito certo, certíssimo. Parente no governo é sempre um problema esperando para acontecer.</p>
<p>O que Sarney não disse é que parente fora do governo tampouco está livre de se converter em encrenca.</p>
<p>Fernando Sarney, filho de Sua Excelência, gestor dos negócios da família, encontra-se sob investigação da Polícia Federal.</p>
<p>No ano passado, após perscrutar inclusive a movimentação do primogênito de Sarney no setor elétrico do governo, a PF indiciou-o por crimes variados -de formação de quadrilha a evasão de divisas.</p>
<p>Sarney renderia homenagens à lógica se aditasse aos comentários sobre Jucazinho meia dúzia de palavras sobre os achados que a PF colecionou contra Fernando.</p>
<p><strong><br />
Do Blog do Josias de Souza via Facebook do John Cutrim</strong></p>
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		<title>Vice-presidente da Caixa é investigado em esquema comandado por Fernando Sarney</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Apr 2011 12:35:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucastefano</dc:creator>
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		<category><![CDATA[senador João Alberto]]></category>

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		<description><![CDATA[A Caixa Econômica Federal, um banco público que administra R$ 400 bilhões e 70% dos empréstimos imobiliários do Brasil, é um transatlântico que, apesar das dimensões colossais, navega vulnerável às mais suaves brisas políticas. Ventos que sopram fracos do Palácio do Planalto costumam chegar à Caixa como fortes tempestades. Essa fragilidade decorre de outra: o governo manda nos investimentos do banco.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A reportagem é da Revista Época</strong></p>
<p> A Caixa Econômica Federal, um banco público que administra R$ 400 bilhões e 70% dos empréstimos imobiliários do Brasil, é um transatlântico que, apesar das dimensões colossais, navega vulnerável às mais suaves brisas políticas. Ventos que sopram fracos do Palácio do Planalto costumam chegar à Caixa como fortes tempestades. Essa fragilidade decorre de outra: o governo manda nos investimentos do banco.<br />
  A mistura entre muito dinheiro e muito poder político produz resultados financeiros questionáveis e escândalos ocasionais – além de solavancos que alteram os nomes dos executivos da Caixa conforme a maré. Recentemente, mais uma dessas tempestades se abateu sobre o banco.</p>
<p><img src="http://www.portalhoje.com/wp-content/uploads/2011/04/FSjpg1.jpg" alt="" title="FSjpg" width="650" height="840" class="aligncenter size-full wp-image-62408" /></p>
<p>Houve mudanças em sete dos 12 cargos de chefia da Caixa. A antiga presidente, Maria Fernanda Coelho, pediu demissão após a quebra do PanAmericano, o banco do empresário Silvio Santos, de que a Caixa se tornara sócia. Ela era contra a operação, uma transação com características políticas, feita de cima para baixo. Todos os diretores contrários a esse negócio saíram. Mudaram-se os nomes, às vezes mudam-se as nomenclaturas dos cargos. O que não muda, porém, é a influência do PMDB no banco. Hoje, essa influência personifica-se em Fábio Lenza, o discreto vice-presidente de Pessoa Física da Caixa.</p>
<p>Lenza cuida das operações com cartões de crédito, mas já passou por outros cargos de chefia. É funcionário de carreira da Caixa, uma carreira que deslanchou no começo do governo Lula, graças, de acordo com executivos do banco, a um empurrãozinho especial: a família de Lenza tem ligações com a família do presidente do Senado, José Sarney. Olga, irmã de Fábio, é secretária de Educação do Maranhão, no governo Roseana Sarney. Uma sobrinha de Fábio está empregada no gabinete do senador João Alberto, aliado de Sarney, também do PMDB do Maranhão. E a mulher de Lenza é gerente de relações parlamentares da Caixa. Por meio de sua assessoria, o senador Sarney afirmou que conhece Lenza há mais de 20 anos, mas disse que ambos mantêm apenas uma “relação superficial”.</p>
<p>Assim que se tornou vice-presidente de Negócios da Caixa, em 2003, Lenza deu início a uma veloz e próspera trajetória como empresário. Depois de poucos anos à frente de uma das áreas mais rentáveis do banco, Lenza levantou R$ 2,3 milhões de capital para abrir duas incorporadoras, s que estão em nome dele e de sua família, e comprou 460 hectares em fazendas no entorno de Brasília. ÉPOCA foi à sede das empresas, a Titeus e a Zatto, em Luziânia, no Estado de Goiás. Lá não havia indícios de atividades empresariais. No endereço, funciona um escritório de contabilidade. Um funcionário confirmou que as empresas têm sede naquele local apenas por “questões contábeis”. Numa das fazendas de Lenza, a Manga Velha, um capataz confirma que “Seu Fábio” é o dono das terras. À Receita, Lenza informou que cria gado e cultiva milho nas fazendas.</p>
<p>Numa investigação recente, a Polícia Federal acusou Lenza de envolvimento em um esquema de “tráfico de influência” em várias áreas do governo. De acordo com a PF, esse esquema seria liderado por Fernando Sarney, filho do presidente do Senado. Os policiais afirmam que Lenza teria mantido, em março de 2008, uma reunião com a incorporadora Abyara na casa do senador José Sarney, em Brasília. </p>
<p>Nessa reunião, Lenza teria sido, segundo a acusação, orientado por Fernando Sarney a ajudar a Abyara a conseguir um empréstimo da Caixa em condições vantajosas. Não se sabe se a Abyara conseguiu o que queria, mas a empresa depositara, meses antes, R$ 2,4 milhões na conta pessoal de uma filha de Fernando Sarney. Por meio de sua assessoria, o senador Sarney afirmou desconhecer a reunião em sua casa, assim como as acusações dos investigadores nesse caso. O advogado Eduardo Ferrão, que defende Fernando Sarney, disse que não se manifestaria porque a investigação da PF corre sob segredo de Justiça.</p>
<p>Há mais coisas que não se sabem sobre a performance de Lenza na Caixa. Foi sob seu comando que se arquitetou uma operação suspeita, pela qual a Caixa abdicou, em 2007, de receber centenas de milhões de reais em créditos comprados dez anos antes, no âmbito do saneamento do sistema financeiro promovido no governo Fernando Henrique Cardoso. </p>
<p>ÉPOCA obteve cópia de um contrato secreto assinado entre a Caixa, o banco Santander e o grupo Bozano, que está nos cofres do banco estatal. O documento, qualificado de “instrumento particular”, tem dez páginas e nenhuma semelhança com a formatação dos papéis oficiais do banco. Não há cabeçalho nem registro em cartório. Nele, a Caixa abre mão de receber dinheiro que lhe era devido e dá como quitada uma dívida antes reconhecida. Em troca, recebe novos créditos, que, de acordo com executivos do banco, dificilmente serão cobrados.</p>
<p><img src="http://www.portalhoje.com/wp-content/uploads/2011/04/fs2jpg.jpg" alt="" title="fs2jpg" width="650" height="840" class="aligncenter size-full wp-image-62409" /> <em><strong>A fazenda Manga Velha (acima.) é uma das muitas propriedades compradas recentemente pelo vice da Caixa Fábio Lenza.<br />
Acima, trecho de relatório revela a intersecção entre o trabalho público de Lenza e o esquema que, segundo a PF, era comandado por Fernando Sarney</strong></em></p>
<p>O dinheiro devido à Caixa somava R$ 1,9 bilhão. Eram créditos comprados do banco gaúcho Meridional, estatizado no governo Sarney e privatizado no governo FHC. Em 1997, o Meridional dava prejuízo. O governo, em vez de investir dinheiro do Tesouro para saneá-lo antes da privatização, resolveu primeiro que a Caixa compraria os créditos do banco, com um empréstimo do Banco Central. </p>
<p>Isso aconteceu porque o Meridional também detinha créditos bons, que poderiam depois ser cobrados e gerar recursos para os cofres públicos. A Caixa fechou o contrato de compra com o Meridional e, com isso, saneou o banco. Em seguida, o controle do Meridional foi vendido ao grupo Bozano por R$ 265 milhões. Não havia a expectativa, é claro, de que seria possível recuperar todo o R$ 1,9 bilhão. Mas o Bozano se comprometeu a devolver à Caixa o que conseguisse cobrar das dívidas antigas. Em 2000, o Bozano foi comprado pelo banco Santander, que herdou todas as suas obrigações.</p>
<p>Ao longo de todo o período, foi difícil para a Caixa reaver o dinheiro – mesmo naqueles casos em que a dívida era paga, e sobretudo a partir do governo Lula, quando Lenza assumiu o setor que cuidava do caso (leia o quadro). Procurados, o grupo Bozano, o Santander e a Caixa negaram quaisquer irregularidades na transação. “O Bozano não se apropriou de crédito algum indevidamente”, disse Luiz Fernando de Freitas, diretor jurídico da Companhia Bozano. “Prestávamos conta das nossas atividades todos os meses e com muito rigor.” </p>
<p>Executivos do Santander afirmaram que a Caixa se recusava sistematicamente a aceitar os créditos – não sabem por quê. O Santander disse que repassou todos os créditos devidos à Caixa; o restante, informou o Santander, caberia ao grupo Bozano. A Caixa se manifestou por meio de nota: “A Caixa esclarece que parte desses créditos (do Meridional) foi rejeitada pela Caixa por não atender aos requisitos da cessão.Tal pendência foi solucionada com o contrato firmado em 2007 e aditado em 2008, onde os créditos rejeitados foram substituídos por outros com as características exigidas pela Caixa. A Caixa informa que as medidas adotadas foram de conhecimento da Secretaria do Tesouro Nacional”.</p>
<p>Apesar da complexidade financeira do assunto, e descontados os desencontros entre as versões, resta a suspeita de que a Caixa tenha perdido dinheiro na história. Em 1997, perdeu mais dinheiro que o necessário ao não estabelecer exatamente quanto poderia receber de volta do Meridional – e ao aceitar pagar uma taxa que, de acordo com executivos do banco, seria excessiva pela administração da carteira. Perdeu dinheiro também no meio do caminho, sob a gestão de Lenza, ao se recusar constantemente a receber créditos bons. Perdeu dinheiro, sobretudo, com o contrato secreto de 2007, pelo qual não só abdica de receber o que lhe era devido, como também aquilo que já reconhecera como dívida possível de cobrar. Procurado por ÉPOCA, Lenza não quis se pronunciar.</p>
<p>Do <strong>Blog do Hugo Freitas</strong> via <strong>Blogueiros por um Maranhão de todos</strong></p>
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		<title>Quase Imortal: Rádio Senado preparada para eventual morte de Sarney</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 01:29:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nonato Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eduardo Bresciani, do estadão.com.br em Brasília

Com 81 anos, José Sarney (PMDB-AP) disse fazer um “sacrifício” no ínicio do mês ao assumir pela quarta vez o comando da Casa. Com a saúde debilitada, ele ficou metade do mês de outubro de 2010 internado em hospitais do Maranhão e de São Paulo após sofrer uma arritmia cardíaca. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Eduardo Bresciani, do estadão.com.br em Brasília</strong></em></p>
<p><a href="http://www.portalhoje.com/quase-imortal-radio-senado-preparada-para-eventual-morte-de-sarney/1458937/jose-sarney-4" rel="attachment wp-att-58939"><img src="http://www.portalhoje.com/wp-content/uploads/2011/02/José-Sarney.jpg" alt="" title="José-Sarney" width="500" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-58939" /></a></p>
<p>Com 81 anos, José Sarney (PMDB-AP) disse fazer um “sacrifício” no ínicio do mês ao assumir pela quarta vez o comando da Casa. Com a saúde debilitada, ele ficou metade do mês de outubro de 2010 internado em hospitais do Maranhão e de São Paulo após sofrer uma arritmia cardíaca. Na Casa, porém, parece haver setores preparados para um eventual falecimento do presidente. A Rádio Senado, inclusive, já tem pronto um obituário para colocar no ar caso o fato venha a acontecer.</p>
<p>O Radar Político teve acesso a uma gravação de 21 minutos com o título “Reportagem especial em homenagem ao senador José Sarney”, produzida pela equipe da rádio oficial da Casa. A Secretaria Especial de Comunicação do Senado negou que a Rádio tenha um obituário pronto e afirmou que há apenas uma “biografia” de Sarney, como haveria de todos os outros 80 senadores.</p>
<p>Ouça o programa na íntegra <a href="http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowAudios.action?destaque.idGuidSelect=861D58ADD2454C8FB9B69FAA3D31E231"><strong>aqui.</strong></a></p>
<p>A Secretaria, porém, não soube explicar por que os verbos do material obtido pelo Radar Político estão todos no pretérito. “Além de uma extensa vida política, Sarney se destacou nas artes. Ele era membro da Academia Brasileira de Letras desde 1980″, diz um trecho. A justificativa oficial é que pode ter havido “erro verbal”.</p>
<p>O material mistura entrevistas e discursos de Sarney com falas de outras personalidades políticas, como Tancredo Neves, já falecido. A gravação começa com a afirmação de que “o ponto mais alto da carreira de Sarney foi a Presidência da República”, mas antes destaca a trajetória do maranhense até chegar a este posto.</p>
<p>Em trecho de entrevista, Sarney afirma que o regime militar aconteceu por que “todo o país sentia que estava à beira de uma desordem coletiva”. Seu papel no regime ocupa a primeira parte do obituário, com destaque para sua primeira reeleição para o Senado em 1978. O narrador destaca que ele teve “o maior percentual de votos naquela eleição em todo o país”.</p>
<p>O período de Sarney na presidência da República é destacado, principalmente, com a convocação da Assembleia Constituinte. A reportagem lembra também da hiperinflação. “O lado ruim do governo Sarney foi a grave crise econômica que atingiu o pais”, diz o narrador, que lista todos os planos econômicos fracassados daquela época.</p>
<p>A matéria destaca que na primeira vez que presidiu o Senado, entre1995 e 1997, Sarney criou o sistema de comunicação da Casa e menciona que um plano estratégico feito em 2010 decidiu pela ampliação.</p>
<p>A crise do Senado, que explodiu na terceira administração do peemedebista a frente da Casa, também é lembrada na reportagem. A gravação coloca como problemas administrativos o excesso de diretores, o pagamento de horas extras no recesso e os atos secretos. O enfoque, porém, é de destacar “40 medidas” que foram tomadas pela administração Sarney para melhorar a estrutura da Casa e que Sarney foi absolvido pelo Conselho de Ética das acusações feitas contra ele. O tema é encerrado com uma afirmação dele do fim de 2009 dando a crise por encerrada. Não há qualquer menção à reforma administrativa prometida por ele e que até hoje não foi aprovada.</p>
<p>O material fala ainda da defesa de Sarney do Mercosul, de suas atividades literárias e de suas colaborações com veículos de imprensa. Todos os termos são usados no pretérito, apesar de ele ainda executar algumas dessas atividades.</p>
<p><a href="http://blogs.estadao.com.br/radar-politico/2011/02/28/radio-senado-vaza-obituario-preparado-para-eventual-morte-de-sarney/"><strong>Do Estadão Online</strong></a></p>
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		<title>Bispos do Maranhão Lançam Nota Contra o Governo de Roseana Sarney</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 05:32:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Netto JS</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os bispos do Regional Nordeste 5 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, distribuíram, neste domingo, nas igrejas do Maranhão, uma forte nota contra o governo estadual e os grupos de políticos e de empresários que sustentam a mais de quarenta anos a oligarquia <strong>Sarney</strong>.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.portalhoje.com/bispos-do-maranhao-lancam-nota-contra-o-governo-de-roseana-sarney/1458219/roseana-camara_chorando" rel="attachment wp-att-58220"><img src="http://www.portalhoje.com/wp-content/uploads/2011/02/Roseana-Câmara_chorando.jpg" alt="" title="Roseana Câmara_chorando" width="284" height="400" class="alignleft size-full wp-image-58220" /></a><strong>(governadora Roseana Sarney em visita à Câmara de Vereadores de Timon. foto Lourenço Dantas).</strong></p>
<p>Os bispos do Regional Nordeste 5 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, distribuíram, neste domingo, nas igrejas do Maranhão, uma forte nota contra o governo estadual e os grupos de políticos e de empresários que sustentam a mais de quarenta anos a oligarquia <strong>Sarney</strong>.</p>
<p><em>“Está na hora de se fazer uma inversão de prioridades e valores também em relação ao papel do Estado e de seus representantes”</em>, nesta frase os bispos de Bacabal, Zé Doca, Balsas, Grajaú, Imperatriz, Carolina, Brejo, Pinheiro, Coroatá, Viana, Caxias e São Luís sintetizam a rejeição e determinação de enfrentar os usurpadores do povo maranhense.</p>
<p>O texto foi construído entre os dias 12 e 14, no encontro dos bispos da Regional Nordeste 5, realizada na cidade de Carolina, trazendo a radical cobrança de mudança na relação do governo com a população. Pelo conteúdo os bispos demonstram a insatisfação do clero com o governo de Roseana Sarney.</p>
<p><em>“A história do Brasil – na qual se insere a história do Maranhão – tem sido marcada pela apropriação por parte de pequenos grupos, mediantes influências políticas e corrupção ativa daquilo que pertence a todos. Esses pequenos grupos fazem do bem público um patrimônio pessoal”</em>. O longo texto ainda não foi publicado no site da CNBB, estamos no aguardo para postarmos. Este talvez seja o início de uma mobilização da igreja católica contra o grupo Sarney.</p>
<p>Para a oligarquia talvez seja o fim dos tempos.(blog Com Continuação Felipe Klamt)</p>
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		<title>Secretária de Comunicação da Assembleia é Investigada com Fernando Sarney, Pela PF</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 15:01:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Netto JS</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A publicitária <strong>Dulce Brito</strong>, que segundo informações extra-oficiais comandará a Secretaria de Comunicação da Assembléia Legislativa, é apontada conforme investigações da Polícia Federal como uma das ‘laranjas’ da organização criminosa chefiada pelo empresário <strong>Fernando Sarney</strong>. Dulce é uma das integrantes do núcleo do grupo investigado pela Operação Faktor (ex-Boi Barrica)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A publicitária <strong>Dulce Brito</strong>(foto), que segundo informações extra-oficiais comandará a Secretaria de Comunicação da Assembléia Legislativa, é apontada conforme investigações da Polícia Federal como uma das ‘laranjas’ da organização criminosa chefiada pelo empresário <strong>Fernando Sarney</strong>. Dulce é uma das integrantes do núcleo do grupo investigado pela Operação Faktor (ex-Boi Barrica).</p>
<p><a href="http://www.portalhoje.com/secretaria-de-comunicacao-da-assembleia-e-investigada-com-fernando-sarney-pela-pf/1457424/dulce" rel="attachment wp-att-57428"><img src="http://www.portalhoje.com/wp-content/uploads/2011/02/dulce.jpg" alt="" title="dulce" width="250" height="345" class="alignleft size-full wp-image-57428" /></a></p>
<p><strong>6 Milhões</strong></p>
<p>A indicação de Dulce estaria sendo articulada pelo irmão da governadora <strong>Roseana</strong>, o empresário Fernando Sarney. Todo esse interesse pelo cargo, seriam os 6 milhões que a Casa dispõe por ano, para gastos com publicidade.</p>
<p><strong>Laranjas</strong></p>
<p>Segundo a investigação da PF uma das células do “esquema Fernando Sarney”, a empresa Central de Eventos, cuja principal promoção é o carnaval fora de época conhecido como Marafolia, tem “laranjas” – entre eles Dulce Brito – como sócios para esconder os reais proprietários: o casal Fernando e <strong>Teresa Sarney</strong>.</p>
<p><strong>Quadrilha</strong></p>
<p>Fernando Sarney e sua mulher Teresa são apontados pela PF como os “cabeças” de uma rede de lavagem de dinheiro constituída pelas empresas São Luís Factoring, Gráfica Escolar e TV Mirante. O filho do senador <strong>José Sarney</strong> e irmão da governadora Roseana Sarney foi indiciado por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, falsidade ideológica e gestão irregular de instituição financeira.</p>
<p><strong>Ficha corrida</strong></p>
<p>Veja o que diz o relatório do Ministério Público Federal: </p>
<p><strong>“o empreendimento Marafolia foi constituído com a ocultação dos verdadeiros sócios [Fernando Sarney e Teresa Murad Sarney] e teve a interposição de ‘laranjas’, quais sejam: Dulce Marieta Britto Freire,Roberto Wagner Gurgel Dantas, Walfredo Dantas de Araújo e Thucydides Barbosa Frota”. O MPF apurou que, com exceção de Thucydides Frota, os outros “sócios” do Marafolia não possuem patrimônio nem condições financeiras compatíveis com a dimensão e os lucros do empreendimento.</p>
<p>Além de figurarem como sócios em lugar dos verdadeiros gestores (Fernando e Teresa), os “laranjas” do Marafolia também “emprestavam” suas contas para a realização de operações financeiras para o grupo. “Foi possível verificar grande quantidade de operações bancárias (saques e depósitos) realizadas em espécie, fato que demonstra claramente o intuito de se evitar a identificação das pessoas que realmente administram as finanças do empreendimento”, relatou o MPF.<br />
Nessa área de “entretenimento”, a empresa Clube Jamaica Brasileira, localizado no retorno da Forquilha, cuja “proprietária visível” é Dulce Britto, também despertou suspeitas do MPF. Entre 2005 e 2006, o clube movimentou quantia superior a R$ 4 milhões, apesar de funcionar esporadicamente e cobrar ingressos a preços módicos, uma vez que é frequentado pela parcela mais carente da população de São Luís. “Não é demasiado inferir que é possível que tal empresa [Clube Jamaica Brasileira] também tenha sido utilizada pelo grupo para movimentar legalmente valores espúrios”</strong>, deduziu o MPF.</p>
<p>Os delegados da Polícia Federal <strong>Márcio Adriano Anselmo</strong> e <strong>Thiago Monjardim Santos</strong> em função disso pediram a prisão de Fernando Sarney, apontado como chefe de uma ORCRIM (organização criminosa) acusado de crimes contra o sistema financeiro nacional, contra a administração pública, falsidade ideológica, fraude em licitação, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e evasão de divisa. Os dois pediram também a prisão temporária para Dulce Marieta Britto Freire (ex-coordenadora de eventos da Mirante, sócia “laranja” do empreendimento Marafolia e do Clube de Reggae Jamaica Brasileira, localizado na Cohab/Anil).</p>
<p>Imagine agora o que a dupla pode fazer na Assembléia…(do jornal pequeno)</p>
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		<title>E Agora Sarney? Ministro Quer Proibir Concessões de TV e Rádio a Políticos</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Jan 2011 15:30:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Netto JS</dc:creator>
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		<category><![CDATA[José Sarney]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério das comunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Bernardo]]></category>
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O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou hoje (7) que é contra a concessão de emissoras de rádio e televisão para políticos. Bernardo, no entanto, reconheceu que esse é um tema sensível e que ainda precisa de regulamentação.
“Tem uma restrição colocada na Constituição, mas não está regulamentada. Todos sabem que tem um monte de políticos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.portalhoje.com/e-agora-sarney-ministro-quer-proibir-concessoes-de-tv-e-radio-a-politicos/1455724/sarney6" rel="attachment wp-att-55725"><img src="http://www.portalhoje.com/wp-content/uploads/2011/01/sarney6.jpg" alt="" title="sarney6" width="280" height="240" class="alignright size-full wp-image-55725" /></a></p>
<p>O ministro das Comunicações, <strong>Paulo Bernardo</strong>, afirmou hoje (7) que é contra a concessão de emissoras de rádio e televisão para políticos. Bernardo, no entanto, reconheceu que esse é um tema sensível e que ainda precisa de regulamentação.</p>
<p>“Tem uma restrição colocada na Constituição, mas não está regulamentada. Todos sabem que tem um monte de políticos que tem rádio e televisão e acho que não deveria ser permitido”, afirmou ele, após reunião com a presidenta <strong>Dilma Rousseff</strong> para tratar do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).</p>
<p>Paulo Bernardo lembrou de uma entrevista que deu esta semana sobre o assunto. “Fiz uma avaliação realista, pragmática, de que acho um tema difícil, sensível, por que tem que ser aprovado no Congresso. Até brinquei que é mais fácil votar o impeachment de um presidente do que a revogação de uma concessão de rádio e TV”, disse.<br />
(Yara Aquino-da Agência Brasil/Edição: Vinicius Doria)</p>
<p><strong>Comentário do blog:</strong></p>
<p>Será que o ministro Paulo Bernardo está lembrado que o todo-poderoso presidente do senado José Sarney é um detentor de um império de comunicação no Maranhão, onde sua filha é governadora pela 4ª vez e onde ele sempre mandou?</p>
<p>Vamos aguardar, logo, logo, o ministro vai desdizer todo esse discurso de que é contra as concessões.</p>
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