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Tosco e imoral: a Via Expressa de Roseana Sarney se chamará Joãozinho Trinta

A Assembleia Legislativa aprovou nesta última segunda-feira (06), o projeto de iniciativa do deputado Roberto Costa (PMDB), que dá o nome de Joãozinho Trinta à Via Expressa, construída pelo Governo do Estado em São Luís.

Segundo o peemedebista a aprovação do projeto é uma homenagem a um dos ícones da cultura brasileira.

Carnavalesco reconhecido nacionalmente, Joãozinho Trinta, estava trabalhando no projeto de comemorações dos 400 anos de São Luís, elaborado pelo ‘melhor governo’ da vida de Roseana Sarney (PMDB).

Opinião e Politica: Para o deputado de ‘Costa’ a iniciativa é uma homenagem a uma das maiores expressões da nossa cultura – simplesmente hilário!

O projeto de Roberto Costa foi aprovado por unanimidade pela Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa e aprovada também por todos os deputados estaduais. O projeto de Lei agora segue para a sanção da ‘toda poderosa’, ‘branca’, Roseana Sarney, a mesma que pagou mais de 25 milhões para ver uma Escola de Samba do Rio de Janeiro levando o nome de São Luis para a marquês de Sapucaí durante a temporada carnavalesca na cidade maravilhosa. Te mete!

Deus meu Deus! Joãozinho Trinta passou a vida inteira dirigindo Escola de Samba em reduto carioca, assim como deputado Roberto Costa, ele virou as ‘costas’ para o Maranhão. O mesmo estado que lhe deu abrigo, mesmo quando encontrava-se adoentado e prestes a partir dessa para a melhor. Agora ser homenageado com nome em avenida já é demais!

É uma pena que não tenham pensando em Dona Teté, no mestre Vieira e tantos outros que sempre contribuíram para ver a cultura do Maranhão como destaque em âmbito nacional.

Uma velha prática! Não é de hoje que o grupinho de ‘Rose’ utiliza-se dessa técnica da homenagem, para exaltar e agradecer aqueles que sempre se mantiveram como fiéis subserviente de seu clã sejam na ilha ou no estado. Vale lembrar que a Via Expressa é mais um desses projetos imorais de Roseana Sarney. Assim como os elevados, que no passado ’salvaria’ a vida de toda a cidade. Os mesmos elevados que hoje tornaram-se um pesadelo para a infelicidade de toda a São Luis.


Sinproesemma denuncia fechamento de escolas do estado ao Ministério Público

A direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) denunciou, na última sexta feira, 3, ao Ministério Público Estadual, as medidas do governo do Estado de fechamento de escolas públicas, de turnos, salas de aula e de transferência de alunos e professores, realizada em vários municípios do estado, prejudicando a comunidade escolar.

Na reunião com o promotor de Justiça, Paulo Avelar, titular da 13ª Promotoria de Justiça Especializada na Defesa da Educação, o presidente do Sinproesemma, Júlio Pinheiro, explicou que os segmentos da comunidade escolar prejudicados com a ação do governo não foram chamados pelo governo para discutir a medida, o que provocou revolta e indignação. A situação também levou a várias manifestações públicas, como passeatas e atos públicos, realizadas nas cidades onde a medida foi adotada.

A denúncia da ação do governo ao MP foi endossada pelas dirigentes sindicais dos municípios de Pinheiro, Leonízia Rodrigues, e de Itapecuru, Edna Teixeira, e pelos diretores do Sinproesemma, Júlio Guterres e Euges Lima.

Em Pinheiro, Leonízia denunciou que vários estudantes podem ficar fora da sala de aula este ano, porque houve uma desagregação que desmotivou os alunos a continuar seus estudos. “Muitos já adiantaram que não vão aceitar mudança de escola”, ressaltou a diretora. Ela exemplificou a situação de 50 alunos do programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA), que foram transferidos da escola Odorico, próxima da área onde moram, para a escola Agostinho Ramalho, que fica bem mais distante da comunidade assistida pelo programa, que funciona à noite.

Leonízia, que já formalizou a denúncia na representação do MP em Itapecuru, também informou ao promotor Paulo Avelar que foram fechadas duas turmas de ensino médio da escola Elizabeth Carvalho, prejudicando alunos que moram em áreas próximas à escola. O mesmo aconteceu na escola Ungareli, onde foram fechadas todas as turmas do ensino fundamental, prejudicando a maioria dos alunos de comunidades próximas. “Ao invés de organizar a rede escolar, o Estado está promovendo uma desarrumação, sem ouvir a comunidade atingida”, ressalta.

Em Itapecuru, Edna Teixeira denuncia que os estudantes da Escola Gomes de Souza, colégio tradicional da cidade, foram prejudicados com a medida do governo que decidiu, sem diálogo, transferi-los para outro espaço, quebrando vínculos de identidade com a escola e causando grande revolta na comunidade escolar.

O promotor informou aos diretores do Sinproesemma que já tem conhecimento da medida do governo e que o MP se posiciona contra a ação, sem o diálogo com os segmentos envolvidos. Ele sugeriu que o problema deve ser discutido em uma reunião entre o MP, o sindicato e o secretário de Estado de Educação, João Bernardo Bringel, que deverá prestar esclarecimentos sobre a medida.

Ele explica que as ações visam a municipalização do ensino fundamental, mas que o processo precisa de amadurecimento: “Concordo plenamente com a municipalização, mas os municípios ainda não estão preparados para isso. Tem que haver diálogo e discussão com todos os envolvidos para acontecer a mudança, com tranquilidade”. Ele exemplificou os casos de bairros populosos de São Luís, como Cidade Olímpica e Itaqui-Bacanga, onde há uma grande demanda de estudantes e o município não tem estrutura para atendê-la.

PRIVATIZAÇÃO

A Promotoria de Educação e o sindicato também questionam a medida adotada pelo governo com relação ao Centro de Ensino Almirante Tamandaré, uma escola pública que o governo quer transformar em um anexo do Cintra, unidade de caráter privado, que pertence à Fundação Nice Lobão, sendo custeada com recursos públicos do Estado. O promotor questiona o fato de a escola ser totalmente mantida pelo Estado e não ter ingerência estatal. “O Cintra tem seletivo próprio e não se submete à central de vagas do Estado”, ressalta o promotor.

O Sinproesemma e a Promotoria não acham correto que a Fundação Nice Lobão resolva o problema de superlotação do Cintra se apropriando do Almirante Tamandaré, um equipamento público, prejudicando os estudantes do colégio, que seriam transferidos para outras unidades. O promotor informou que recebeu um abaixo-assinado da comunidade do Almirante denunciando a medida.

CALENDÁRIO

Na reunião, a direção do Sinproesemma também denunciou outra medida arbitrária do governo, que decidiu incluir aulas aos sábados, no calendário escolar do ano letivo de 2012, sem consultar os profissionais de educação e os alunos.

O presidente do sindicato, Júlio Pinheiro, disse ao promotor que o governo garantiu, no ano passado, durante as negociações em torno do calendário de 2011, que não haveria atividade de sala de aula aos sábados em 2012. A garantia foi dada quando o governo negociava com o sindicato a inclusão de aulas aos sábados, em 2011, porém como alternativa para repor as aulas não ministradas durante a greve de 78 dias, ocorrida no ano passado e para não ultrapassar o término do ano letivo, determinado pelo governo para 23 de dezembro.

O que causa estranheza para os educadores é que mesmo com uma paralisação de 78 dias e o início do ano letivo mais tarde, em 2011, cerca de 70% das escolas conseguiram concluir o ano letivo dia 23 de dezembro como queria o governo. “Se este ano as aulas iniciam mais cedo, 6 de fevereiro, qual é a necessidade de aulas aos sábados?”, indaga o diretor de Comunicação do Sinproesemma, Júlio Guterres.

O promotor pediu à direção do sindicato que formalize a denúncia ao Ministério Público para que sejam tomadas as medidas legais que cabem ao caso.

EXCEDENTES

A convocação dos excedentes do concurso realizado pelo Estado em 2009 também foi outro ponto discutido na reunião com a Promotoria de Educação. A direção do Sinproesemma lembrou ao promotor que falta apenas uma semana para terminar a validade do concurso e o governo ainda não todos os 1.500 concursados, de acordo com o compromisso anunciado em dezembro de 2011. Até o momento, só foram convocados cerca de 800 professores desse total.

Para amenizar o problema, o promotor Paulo Avelar vai sugerir a prorrogação da validade do concurso a fim de ampliar o prazo para que o governo faça a nomeação dos aprovados excedentes. Ele ressaltou que não houve efetivamente criação de novos cargos para professor na rede, pois o Estado continua com o mesmo quadro de profissionais contratados e os concursados nomeados estão assumindo vagas deixadas por processos de aposentadoria e não para atender a necessidade de novos professores.

O prazo de validade do concurso encerra no próximo dia 19 deste mês. Atualmente, existem na rede pública estadual de educação cerca de 10 mil contratos temporários precários, quantidade não alterada com a realização do concurso público de 2009.


O Maranhão perde o jornalista, Udes Cruz

Morreu na madrugada deste sábado (4), vítima de uma parada cardíaca, o jornalista Udes Lemos Cruz. Udes tinha 60 anos e estava internado desde o dia 23 de dezembro no Hospital Aliança, em São Luís, em decorrência de complicações renais.

Udes Cruz era proprietário do jornal “Atos e Fatos”, exerceu os cargos de secretário de Comunicação do governo do Maranhão e foi também diretor de Comunicação da Câmara Municipal de São Luís. Atualmente, assinava o blog O Quarto Poder.

Ele deixa a esposa Rosário de Fátima Azevedo Cruz e quatro filhos, os jornalistas Udes Filho, Jusse Cruz e as advogadas Saile e Maira. É pai também de Hilário Cruz Neto.

O velório será realizado na Central de Velórios da Pax, na Rua Oswaldo Cruz, Centro. O sepultamento será às 16h, no cemitério Parque da Saudade (Vinhais).

Na manhã de hoje a governadora que já retornou de Paris emitiu uma nota de pesar sobre a morte do jornalista. “Udes Cruz tem uma trajetória de dedicação e paixão pela imprensa do Maranhão e acabou passando esse sentimento para os filhos, que hoje militam no jornalismo e não deixarão seu nome ser esquecido”, afirmou Roseana Sarney.

LEGADO

Cruz deixa um legado para a comunicação do Maranhão, foi professor e mestre para muitas gerações de comunicólogos da cidade e do estado, abriu portas para o mercado de trabalho na profissão. Foi idealizador e formatador de alguns dos mais ativos jornais de São Luis.

Jornalista influente presenciou de perto momentos históricos e políticos do Maranhão, chegando inclusive a ocupar o posto de Secretário de Estado da Comunicação.

Como chefe de família, educou e ensinou a arte da comunicação aos seus filhos – alguns dos quais seguem até hoje a carreira.

Opinião e Politica: perdemos um grande jornalista e um carismático pai, mas, ficaram os seus grandiosos ensinamentos juntamente com a sua história e seu imensurável legado.


2012: guerra política

Se considerados céticos ou pessimistas, devemos responder com argumentos lógicos. 2012, apesar dos 400 anos de São Luís, provavelmente será um ano infernal da política maranhense. A CPI protagonizada pelo deputado Roberto Costa, por exemplo, não terá como evitar que prefeitos aliados do governo sejam citados, acusados, devassados como beneficiários de corrupção. É de se prever, ainda, que o lamaçal remexido chegue até pessoas bem situadas no pântano político do Palácio dos Leões; afinal, uma CPI todos sabem como começa, mas ninguém sabe como termina.

O lançamento da candidatura de Washington Oliveira a prefeito de São Luís vai estilhaçar ainda mais o Partido dos Trabalhadores e colocar os ptsarneisistas em confronto direto com as forças do PMDB e do PSD de Max Barros e Roseana Sarney. Diante dessas duas cisões, as fendas no Governo do Estado vão se abrir ainda mais para que a oposição discurse seu discurso de incompetência e corrupção governamental. A CPI, mesmo a contragosto e sem investigações, elucidará quem foi o real beneficiário de todos os convênios sequestrados, firmados entre o ex-governador Jackson Lago e as prefeituras do Maranhão. A candidatura de Washington vai aumentar a virulência das contestações contra a presença do PT na base aliada de Roseana Sarney.

De par com esses despropósitos estarão os ânimos alterados das disputas eleitorais nos municípios, carregando as armas de gregos e troianos. A mudança no calendário eleitoral da Assembleia Legislativa, visando à reeleição do presidente Arnaldo Melo, também deve intensificar os conflitos de interesses entre os políticos.

No ano de 2012, com a paz desejada, os 400 anos de São Luís não bastarão para evitar que esse seja um ano de guerras políticas cruéis e inesperadas. Vamos esperar que, entre mortos e feridos, salve-se o Maranhão.

Fonte: JM Cunha Santos via Blog do John Cutrim


Arnaldo Melo e Manoel Ribeiro são desmoralizados por Roseana Sarney

A governadora Roseana Sarney assim que reassumiu o comando do governo, tratou logo de passar por cima do acordo que o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Arnado Melo (PMDB), e o líder do Governo na Casa, deputado Manoel Ribeiro, havia feito com os grevistas da Polícial Militar e do Corpo de Bombeiros. Uma desmoralização para os parlamentares.

Em reunião ontem, 16, com sua equipe de secretários, Roseana decidiu encaminhar um ofício solicitando o reforço da Força Nacional no estado, caso haja uma nova greve que está prevista para a próxima semana.

E afirmou que não vai mais tolerar movimentos grevistas dos membros do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar e que punirá com rigor os representantes das categorias.

Presidente Arnaldo Melo durante as negociações com as categorias

Segundo uma fonte palaciana, a governadora chamou a atenção de Arnaldo Melo e Manoel Ribeiro por terem intermediado as negociações com os militares. Foi um verdadeiro puxão de olhera nos dois deputados.

Para Roseana Sarney, a decisão tomada pelos deputados da base governista foi precipitada.

Na última terça-feira, 8, durante a reunião com as categorias, onde os grevistas suspenderam o movimento até o próximo dia 23, o presidente da Assembleia Legislativa garantiu que iria defender as reivindicações dos militares.

“Vamos defender com o mesmo ardor que vocês estão defendendo as reivindicações de seus direitos. Vocês podem contar com o apoio de todos os 42 deputados desta Casa Legislativa. Tenham a certeza que seremos os primeiros a mediar e defender os interesses de vocês como o da sociedade como um todo”, afirmou Arnaldo Melo.

E agora presidente, depois desse puxão de orelha, qual será sua posição?

Do blog do Luís Pablo


Projeto de Roseana Sarney estatiza Fundação Sarney


A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), enviou à Assembléia Legislativa do Estado projeto de lei que sugere a estatização da Fundação Sarney.

O texto foi publicado na edição desta segunda (17) do ‘Diário da Assembléia’. Acompanha a proposta uma “mensagem” de Roseana à presidência do Legislativo.

No texto, a governadora anota que, com “grata satisfação”, submete à apreciação dos deputados projeto que cria a “Fundação da Memória da República Brasileira.”

Esclarece que a entidade terá “natureza jurídica pública” e será inserida na administração do Estado como “sucessora da atual Fundação José Sarney”.

Jusrtifica a providência com uma lamúria monetária: “Lamentavelmente, a história da Fundação tem sido marcada por constantes crises financeiras…”

Alega que, sem “fontes públicas de financiamento”, a fundação do pai sustenta-se com “assistemáticas contribuições de cidadãos e empresas privadas.”

Como as verbas são “insuficientes” para o custeio da fundação, Roseana invoca o parágrafo 2o do artigo 216 da Constiruição Federal. Reza o seguinte:

“Cabem à administração pública, na forma da lei, a gestão da documentação governamental e as providências para franquear sua consulta a quantos dela necessitem.”

Informa, de resto, que “o senhor José Sarney transferirá para o patrimônio da nova entidade todos os bens de sua propriedade “que se encontram na fundação.”

Pede que a proposta seja analisada pelos deputados a toque de caixa, em regime de “urgência”.

O artigo 1o do projeto de Roseana vincula a versão estatal da Fundação Sarney à Secretaria de Educação do Estado. Esclarece:

A nova fundação terá “como patrono o intelectual e político maranhense José Sarney, ex-governador do Maranhão, membro da Academia Brasileira de Letras e ex-presidente da República.”

O artigo 2o lista os objetivos da entidade. Entre eles a “guarda, preservação, organização e divulgação dos acervos documentais, bibliográficos, iconográficos e artísticos do patrono da Fundação”.

No parágrafo 4o do artigo 3o, o projeto espeta no Tesouro estadual o custeio da Fundação Sarney. Anota:

“O Poder Executivo incluirá na proposta orçamentária de cada exercício […] dotação suficiente para as despesas correntes e de capital necessárias ao cumprimento das finalidades da fundação…”

O artigo 5o da proposta trata da composição do conselho curador da fundação. Terá 11 membros, dois dos quais indicados “pelo patrono” José Sarney.

Munucioso, o projeto prevê: “Em caso de falecimento” de Sarney as duas vagas de sua cota “serão providas por indicação dos herdeiros e/ou sucessores do patrono.”

O artigo 9o estabelece: “Os servidores da Fundação da Memória Republicana Brasileira serão regidos pelo Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado do Maranhão.”

Não há menção a concursos públicos. Fica subentendido que os atuais servidores da Fundação Sarney serão empurrados para dentro da folha salarial do Estado.

Na semana passada, Sarney referira-se ao uso de helicóptero do Estado num passeio de final de semana como uma “homenagem à demcoracia”.

A filha Roseana tonifica a “homenagem” ao regime convertendo a fundação do pai numa entidade 100% financiada pelo déficit público.

No auge da crise do Senado, diante da denúncia de que sua fundação malversara verbas de patrocínio da Petrobras, Sarney acenara com a hipótese de fechá-la.

Na proposta à Assembléia, Roseana aperfeiçou a ideia, convertendo a fundação de privada em estatal. São grandes as chances de aprovação do projeto.

O bloco parlamentar que dá suporte à gestão da filha de Sarney é majoritário na Assembléia.

- Serviço: Aqui, a edição do Diário que traz a mensagem e o projeto da filha de Sarney. Começa no rodapé da página 5 e prossegue na página 6.


Bira quer que governo negocie com professores


O deputado Bira utilizou o pequeno expediente da Assembleia Legislativa, na manhã desta quinta-feira (13), para abordar a temática do Projeto de Lei 248/2011 que tramita na Casa. O PL prevê uma alteração nos valores salariais dos professores.

O parlamentar recebeu, na tarde desta terça-feira (11), em seu gabinete, o presidente do Sinproessema, Julio Pinheiro. O manifesto dos educadores entregue ao petista deixava claro que não houve qualquer negociação com a categoria em relação à proposta que tramita na Assembleia.

“Por essa razão eu não vejo sentido que nós discutamos ou aprovemos qualquer que seja a medida em relação a isso. Eu acho que primeiro nós temos que contribuir para que haja uma negociação respeitosa com a categoria dos professores e professoras no Estado do Maranhão, isso é que nós temos que fazer, nós temos que contribuir para esse diálogo”, assegurou.

O deputado lembrou que a última greve no ensino público estadual durou mais de 70 dias e só terminou porque o Governo do Estado prometeu atender as reivindicações dos professores. “Não é possível depois de uma situação tão delicada quanto foi aquela, o governo querer passar uma medida autoritária sem que haja uma discussão com os principais interessados que são os professores e as professoras”, protestou.


A falta de segurança em Timon

Artigo escrito por Zé Raimundo, radialista e cidadão timonense

Foto meramente ilustrativa – Google imagens

” A partir de hoje, todas as famílias maranhenses, poderão sentar nas portas de suas casas sem medo da violência, causada pela insegurança em que passam atualmente”. Estas foram umas das primeiras palavras da atual governadora do Maranhão(ascendida ao poder pelo TSE),Roseana Sarney. No cargo pela quarta vez, a chefe do Executivo maranhense, mesmo diante de um aparato politico-administrativo que vai da Presidência da República, às Câmaras Municipais, não pôde ainda cumprir com as suas promessas. E a conta a cada dia que passa, é debitada para a gente maranhense. Basta que olhemos as estatísticas da criminalidade, que vai do estupro, aos assassinatos.

Elevado ao quarto município mais populoso do estado, Timon, com uma população estimada pelo IBGE-Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em quase 160 mil pessoas, sofre hoje o quadro que a falta de segurança proporciona às famílias que nele residem. Mesmo com a criação de uma Secretaria Municipal de Segurança(que não disse ainda a que veio),com os significativos recursos oriundos do Ministério da Justiça, PRONASCI e de tantos outros, os timonenses não se atrevem a seguir os conselhos da Governadora Roseana. Os problemas da segurança pública no Maranhão, todos tem conhecimento, passam pela falta de sensibilidade, comprometimento e determinação politica e administrativa dos Governos constituídos, principalmente o estadual.

Em conversa com a nossa reportagem, integrantes da segurança estadual ,que pediram o devido anonimato, foram unanimes em afirmar que ” o caos está instalado em Timon. Aqui em Timon, além dos estupros, assassinatos, assaltos, roubos, furtos, há uma tentativa de esconder a real situação das policias. Falta de tudo, do pneu da moto, ao armamento”, e acrescentaram ainda mais” olhe aqui estas motos. Trouxemos elas aqui, para que o mecânico desmanche estas três e conserte pelo menos uma, para que possamos rodar por algumas ruas da cidade. Anote aí: aqui em Timon, acontece assalto de três motos, isto todos os dias”.

Diante do quadro já descrito e conhecido de todos-população e autoridades-resta esperar e manter as esperanças de que, se as famílias maranhenses nunca poderão sentar na porta de suas casas, pelo menos que possam dormir com uma maior tranquilidade dentro delas.

Policial reboca a motoviatura do parceiro depois de enguiçar. Foto feita por uma leitora na noite do último sábado em uma das avenidas de Timon


Governo Roseana contrata empresa de terapia por quase R$ 140 mil para prestar serviços de dança e jogo de salão

Roseana com traje para o baile de gala (foto- google imagens)

Por meio da Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplan), o governo Roseana Sarney contratou, por R$ 139.000,00 (cento e trinta e nove mil reais), num prazo de 12 meses, a empresa Alchimia Espaço Holístico Ltda, especializada em trabalhos na área de terapia.

De acordo com a publicação do Diário Oficial do Estado (20/05/2011, Pag-22), o objeto da contrato, assinado pelo secretário Fábio Gondim, é a “prestação de serviços na área de Atividade Física, nas modalidades de Hidroginástica, Natação, Tai-chi-chuan, Ginástica Localizada, Dança de Salão, Dança Folclórica, Futebol de Salão, Ginástica Doce e Yoga”.

Numa rápida visita ao site da Alchimia Espaço Holístico (veja aqui), que tem sede em São Luís (Rua Marechal Castelo Branco, nº-31 – Olho D’água), verifica-se que o interesse da empresa é atuar em terapias naturais com base na MTC e formar terapeutas em nível de excelência. Ou seja, nada relacionado a dança de salão e muito menos jogos de futsal.

Credenciada em serviços de acupuntura e massoterapia, a Alchimia deve ter sido contratada para realizar sessões de relaxamento em alguns secretários e auxiliares do governo, que ultimamente andam estressados e extenuados com o pior governo da vida da chefe e de todos os maranhenses.

Fonte: Blog do John Cutrim


Processo de cassação de Roseana: instituições se negam a fornecer documentos


Ao entrar o recurso, no Tribunal Superior Eleitoral (RCED 809/2011), pedindo a cassação do diploma de Roseana Sarney por abuso de poder político e econômico, o ex-governador José Reinaldo Tavares requereu que fossem requisitados alguns documentos públicos que estavam em poder de órgãos públicos do Estado do Maranhão.

Ao despachar no processo, o ministro Arnaldo Versiani concedeu o prazo de 30 dias para que os documentos fossem requeridos juntos aos respectivos órgãos públicos. Assim fez o ex-governador, através de seu advogado.

Foram feitos requerimentos de acessos aos documentos da Secretaria de Saúde, Planejamento, Infra-Estrutura, DEINT, NEPE, Tribunal de Contas do Estado.

No entanto, nenhum dos órgãos forneceu qualquer informação, alegando justificativas as mais estapafúrdias.

Na Secretaria de Saúde, o próprio Ricardo Murad tratou de assinar o despacho negando o acesso aos documentos de transferências fundo-a-fundo feitas no ano passado, bem como os extratos de convênios celebrados pela pasta em 2010.

Nas outras secretarias ocorreu o mesmo.

No entanto, o mais sintomático aconteceu no Tribunal de Contas do Estado. O ex-governador José Reinaldo, como cidadão e atendendo ao que determinou o Superior Tribunal Eleitoral, requereu que o Tribunal de Contas fornecesse a relação dos municípios que estavam inadimplentes no ano de 2010, fato que os impossibilitaria de celebrar convênios. Foi solicitada ainda a informação se o TCE havia instalado alguma auditoria sobre os convênios celebrados pelo governo do Estado no ano de 2010.

Em um despacho lacônico e risível, o Tribunal de Contas afirmou que o cidadão José Reinaldo Tavares não tinha “legitimidade” para ter acesso aos documentos públicos.

É engraçado que o mesmo TCE é tão atuante em tomar decisões céleres em relação à prefeitura de São Luís, para suspender licitação de hospital, impedir a contratação de servidores, etc, e em relação ao governo do Estado é sempre tão prestimoso e subserviente, a tal ponto de negar acesso aos documentos públicos que possam comprometer o governo do Estado.

É importante lembrar que no processo que culminou com a cassação de Jackson Lago, o Tribunal de Contas do Estado remeteu toda a documentação referente a convênios, mesmo sem que o Tribunal Superior Eleitoral solicitasse.

O que se sabe é que, por mais que o presidente do Tribunal de Contas, Edmar Cutrim, queira dá o menor sinal de independência, sofre os efeitos da mão pesada dos Leões.

A negativa dos órgãos públicos do governo do Maranhão, não permitindo que se tenha acesso aos gastos feitos com a farra de convênios em 2010 para eleger Rosana Sarney, mostra o pavor do fantasma da cassação da governadora.

Diante disso, o advogado do ex-governador comunicou o fato ao ministro Arnaldo Versiani, do TSE, que saberá como funcionam algumas instituições no Maranhão: a serviço de uma família.

Do Blog do John Cutrim via Facebook


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